<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218</id><updated>2012-02-16T08:07:23.015-04:00</updated><title type='text'>Ar@und the w@rld!!</title><subtitle type='html'>Histórias, estórias, aventuras e desventuras de alguém que busca (auto)conhecimento no mundo e pelo mundo!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>45</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-8659239633759309158</id><published>2011-09-13T16:06:00.000-04:00</published><updated>2011-09-13T16:06:34.054-04:00</updated><title type='text'>ÚLTIMAS NOTÍCIAS</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Juro que dessa vez eu vou tentar ser o mais breve possível. O povo ta reclamando que eu tô escrevendo muito e não estão tendo tempo de ler tudo... então, vamos lá.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Esses três últimos dias foram corridos e cansativos, por isso não tive tempo nem energia para postar. Na sexta trabalhei bastante com as crianças. Como disse no post anterior, como o nível de inglês delas, varia bastante de uma criança à outra, eu tenho que pensar em várias atividades, para serem executadas, ao mesmo tempo e deixá-los todos ocupados. Mas acho que estou conseguindo me virar bem!! O que mais me impressiona nessas crianças, é a vontade de aprender, a dedicação e o respeito que eles têm por aqueles que estão ali para ajudá-los. Acho que estou aprendendo a me comunicar muito além do inglês...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tem um deles, que por algum motivo não está indo pra escola, mas ainda não consegui descobrir o porquê. O responsável pela ONG ainda não veio aqui, desde que eu comecei a trabalhar, e eu quero marcar uma reunião com ele para saber como que funciona esse projeto e o que mais eu e a AIESEC podemos fazer por essas crianças.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na sexta, não só eu, mas todos os trainees da casa estavam exaustos e ninguém saiu. Sábado eu acordei às 08hs, pois eu e a Jenifer (a outra brasileira) fomos fazer um tour pela cidade, em um grande ponto turístico aqui de Jaipur: o Amber Fort. É uma fortaleza gigante, com um visual maravilhoso. Foi lá que andamos de elefante!! Sim, de ELEFANTE!! Quando, na minha vida, que eu imaginei vir pra Índia e andar de elefante?? Poisé, mais uma prova que o mundo parece estar cada vez mais pequeno pra mim, e que o meu mundo está crescendo cada dia mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;ps: empolgada que eu tava ao me deparar com uma manada de elefantes, acabei pisando no que eles chamam de “elephant cake”: em outras palavras; uma bolota de merda de elefante. (Y). Parabéns pra mim! Eu devo ter lido, em algum lugar, que pisar em merda de elefante dá sorte. Tomara! ¬¬&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O sábado estava ESCALDANTE... fiquei com os braços e o rosto todo vermelho (Y). Com o calor que estava fazendo, já era de prever que ia cair uma chuva, e forte. Tínhamos planejado visitar mais um ponto turístico, o Jal Mahal, também conhecido pelo nome de Water Palace, devido ser um palácio cercado por água. Bem, São Pedro não colaborou nenhum um pouco e a gente acabou voltando direto pra casa, onde eu simplesmente tomei banho e capotei na cama. Todo aquele sol me deixou exausta e mora de dor de cabeça.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O bom de ter dormido, foi ter recarregado as energias para sair a noite com os trainees. Era a despedida da Reggie, trainee da Suíça que já mora aqui há 5 anos (entre idas e vindas) e faz parte de um projeto de artesanato com mulheres e crianças, super lindo. A festa, mais uma vez me surpreendeu; foi em mais um hotel e as duas da manhã eu tava caindo na piscina, de roupa e tudo, o que foi um alívio, pro calor que eu tava sentindo, que nem me deixava concentrar para dançar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Uma coisa nessa noite me chamou muito a atenção: o poder da AIESEC na Índia. Aqui, para entrar de graça, nas baladas, tem que entrar de casal (um homem e uma mulher), para manter o nível da balada. Do contrário, tem que pagar. A balada que a gente foi (Hotel chamado Naila) a entrada tava custando 3mil rúpias, o que é BASTANTE coisa para o dinheiro deles. Eis então que nos vimos em um problema: tínhamos 4 mulheres, para 5 homens. Depois de muita conversa (pensamos em desistir e voltar todo mundo pra casa; um dos meninos queria ir embora; todo mundo ia rachar a entrada do guri que ficou sem par), eis que finalmente o dono da balada deixou todo mundo entrar, de graça. Sabe como?? Bastou falar que nós éramos membros e trainees da AIESEC. Eu perguntei pra um dos guris se esse realmente o motivo pelo qual eles tinham liberado a gente, e ele respondeu: “Sim, aqui as pessoas conhecem bastante a AIESEC e sabem do trabalho que fazemos para ajudar aos outros. Para eles é uma honra nos ter na festa deles...”. É galera, #ficaadica!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Domingo eu dormi até quase meio-dia. Tava tão cansada que a única coisa que eu fiz foi sair pra almoçar, com a Jenifer, no shopping (ela comeu Mcdonalds e eu comi Pizza Hut, porque nenhuma das duas estava afim de comer comida indiana), voltei pra casa e dormir até as 18hs. Quando acordei, trabalhei até as 22:30, entre responder emails e inbox, enviar outros, fazer o relatório da ASK IT que a DDL era até ontem, e preparar a aula de hoje pra criançada. Quando terminei, fui direto dormir, de novo!!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;ps: post escrito ontem, mas como eu ando cheia de coisas pra fazer e super cansada, não estou conseguindo atualizar todos os dias. Vou passar uma semana sem postar oq estou viajar, amanhã de manhã, para Baroda, para a Conferância Nacional de Desenvolvimento e Liderança da AIESEC na Índia. U-HULLLL o//&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Prometo voltar com bastantes novidades e fotos. Até mais&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sugar Cube: “Quem só acredita no visível tem um mundo muito pequeno”. (C.F.A.)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Algumas fotos desse fim-de-semana:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-C9y4uYTNAIA/Tm-ydlFvnsI/AAAAAAAAAIg/q-6CoeFjTe4/s1600/CSC_0083.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/-C9y4uYTNAIA/Tm-ydlFvnsI/AAAAAAAAAIg/q-6CoeFjTe4/s320/CSC_0083.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ElVsTI5dgs8/Tm-yohdRdrI/AAAAAAAAAIk/e0NndmkDZqY/s1600/DSC_0088+%25282%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-ElVsTI5dgs8/Tm-yohdRdrI/AAAAAAAAAIk/e0NndmkDZqY/s320/DSC_0088+%25282%2529.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--Vf0FxyFr_Q/Tm-y27olAkI/AAAAAAAAAIo/vFUyaoUgSFg/s1600/DSC_0093.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/--Vf0FxyFr_Q/Tm-y27olAkI/AAAAAAAAAIo/vFUyaoUgSFg/s320/DSC_0093.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZqNciccCX4w/Tm-zE_69uFI/AAAAAAAAAIs/V42cpOA5FS8/s1600/DSC_0095.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZqNciccCX4w/Tm-zE_69uFI/AAAAAAAAAIs/V42cpOA5FS8/s320/DSC_0095.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-A4KXhqzEh0s/Tm-zNFlYg7I/AAAAAAAAAIw/hABSByGQHiQ/s1600/DSC_0097.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; 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Comecei o dia com as queridices dos indianos da AIESEC: mensagens de bom dia (desde que eu consegui um celular, eu recebo várias mensagens durante o dia: bom dia, boa tarde, boa noite, tenha um bom dia de trabalho, como está na ONG?? e por aí vai...) e de bom trabalho. No dia anterior, o Yash veio aqui em casa e me levou de moto até um rickshaw (aqueles carrinhos/motos engraçados, que são o maior meio de transporte aqui. Conversou com o motorista, em híndi, para explicar direitinho o endereço da ONG; e para garantir que o motora ia realmente me deixar no lugar combinado, ele anotou o cel do tiozinho e ligou para confirmar que era o número certo. Depois ele me disse que combinou com o motora,pra ele me buscar todo dia em casa e me levar ao trabalho. Me diz se eu mereço tudo isso, gente?? Já to ficando é mal-acostumada!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Voltando ao trabalho... aqui eles têm o costume de “venerar” os mais velhos: sempre que alguém mais velho/autoridade chega na casa, sala, aonde eles estiverem, eles se levantam, vão até a pessoa, tocam o pé da pessoa, como um pedido de benção. Comigo não é diferente!! Quando chego, além do pedido de benção, eles me recebem com um “good morning/evening didi(não sei como escreve, mas significa “irmã mais velha”), how are you?”, mesmo os que falam muito pouco inglês. Tenho duas turmas: os da manhã (são menores e têm um inglês bem mais fraco, o que dificulta um pouco a comunicação, mas nada que não se dê um jeito), que estudam a tarde; e os da tarde, que estudam pela manhã. Esses são maiores, também em maior quantidade, e tem um nível de inglês melhor; dois deles (os mais velhos) me ajudam com a tradução para com os outros irmãos. Não tive tempo de preparar muita coisa, pois ontem, depois da ONG, fui para o escritório da AIESEC e só cheguei em casa às 11hs da noite; mas conseguir pesquisar na net umas dinâmicas, que apliquei hoje, no intuito de quebrar o gelo, conhecê-los melhor e ganhar a confiança deles. Também li historinha e pedi para eles desenharem (fotos), de acordo com a história que eu li pra eles. Mas a melhor parte, mesmo, foi ensinar a dançar RollCall: eles amaram, apesar de ficarem um pouco envergonhados. Até as mulheres da casa gostaram e disseram, em um inglês muito simples, que eu danço muito bonito. HUAHAUHAUAHAUHAUHA. Eu falei pra eles que na próxima vez eu vou levar a filmadora e vou filmar eles dançando, e mandar para o Brasil. Eles aprovaram!!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Aos poucos eu vou tendo uns insights sobre como trabalhar com eles. O mais difícil é conseguir pensar em atividades que possa incluir todos, considerando o desnível no inglês, e a minha total ignorância híndi. Mas, como disse, aos poucos eu vou tendo novas ideias e vou testando. Hoje mesmo, fui ao supermercado comprar uns materiais para utilizar com eles, durante as atividades, apesar de que eles têm uma boa condição de estudos e de material (todos com uniformes, livros, cadernos, estojo e mochilinha). Mas, mesmo assim, quis comprar um material “meu”, para deixar as atividades mais organizadas e dinâmicas. =D&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ah, já ia esquecendo de falar: a parte mais engraçada/tensa do dia, foi quando as mulheres da casa vieram perguntar se eu era casada, e eu respondi que não e fui explicar como funcionam os casamentos; elas riram, não sei se porque realmente acharam engraçado, ou se por espanto. Isso porque eu nem cheguei e falar sobre “ficar”, pra não causar muito tumulto... ahuahauahuahuaha&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Enfim, por hoje é só, pessoal. Hasta luego!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;ps: finalmente consegui tirar umas fotos (à pedidos) das tão famosas vacas sagradas, e folgadas, e de quebra, ainda topei com uns camelos, no meio do caminho. Ai essa INCREDIBLE INDIA...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;ps2: a geladeira da cozinha quebrou. Estragou a comida de todo mundo. Ta uma MARAVILHA!! (Y) ¬¬&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;ps3: Tô impressionada em como eu tô conseguindo me adaptar bem, com a comida apimentada, daqui. Claro que não é nada de deliciosooo, mas tá descendo bem. Esses dois dias eu almocei com as crianças, na ONG, e comi típica comida (apimentada) indiana, e sobrevivi bem. Vamos ver os resultados daqui pra frente...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sugar Cube: “Nenhuma luta haverá jamais de me embrutecer, nenhum cotidiano será tão pesado a ponto de me esmagar, nenhuma carga me fará baixar a cabeça”&lt;/b&gt;. #ficaadica!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mais fotos:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FHFr9pi7fEI/TmfFA9i8W_I/AAAAAAAAAHo/h9KFc_CUMfw/s1600/CSC_0063.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/-FHFr9pi7fEI/TmfFA9i8W_I/AAAAAAAAAHo/h9KFc_CUMfw/s320/CSC_0063.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qdgnVxhoVH4/TmfFMbKEYYI/AAAAAAAAAHs/Q1IvYJ883ZY/s1600/CSC_0064.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-qdgnVxhoVH4/TmfFMbKEYYI/AAAAAAAAAHs/Q1IvYJ883ZY/s320/CSC_0064.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4QKPjvKdPAY/TmfFV5K_QxI/AAAAAAAAAHw/67Zo5BxJqso/s1600/CSC_0065.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://2.bp.blogspot.com/-4QKPjvKdPAY/TmfFV5K_QxI/AAAAAAAAAHw/67Zo5BxJqso/s320/CSC_0065.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-nT4FVN9vNq0/TmfFgx4Q4AI/AAAAAAAAAH0/AY1DjKOknE0/s1600/CSC_0066.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/-nT4FVN9vNq0/TmfFgx4Q4AI/AAAAAAAAAH0/AY1DjKOknE0/s320/CSC_0066.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mZEIIfiHWgI/TmfFrR4o6CI/AAAAAAAAAH4/L026R4QlyY8/s1600/CSC_0083.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/-mZEIIfiHWgI/TmfFrR4o6CI/AAAAAAAAAH4/L026R4QlyY8/s320/CSC_0083.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sG3ncFOmu6U/TmfF51QibUI/AAAAAAAAAH8/_H1vC3WkU_E/s1600/DSC_0044+%25282%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://1.bp.blogspot.com/-sG3ncFOmu6U/TmfF51QibUI/AAAAAAAAAH8/_H1vC3WkU_E/s320/DSC_0044+%25282%2529.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dQoP-6ZPkH4/TmfGG6vC5GI/AAAAAAAAAIA/Q4Rc1mNI6Fw/s1600/DSC_0047+%25282%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-dQoP-6ZPkH4/TmfGG6vC5GI/AAAAAAAAAIA/Q4Rc1mNI6Fw/s320/DSC_0047+%25282%2529.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0Zyhn-88lus/TmfGTlbnsDI/AAAAAAAAAIE/UAPvm9ryNYQ/s1600/DSC_0048+%25282%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://2.bp.blogspot.com/-0Zyhn-88lus/TmfGTlbnsDI/AAAAAAAAAIE/UAPvm9ryNYQ/s320/DSC_0048+%25282%2529.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-CYzHkI3BkrY/TmfGhygZgtI/AAAAAAAAAII/xKQREpEMNV8/s1600/DSC_0058.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://1.bp.blogspot.com/-CYzHkI3BkrY/TmfGhygZgtI/AAAAAAAAAII/xKQREpEMNV8/s320/DSC_0058.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-u9pEpm_xAh0/TmfGujv4p8I/AAAAAAAAAIM/jXfGe4nfPDU/s1600/DSC_0060+%25282%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://1.bp.blogspot.com/-u9pEpm_xAh0/TmfGujv4p8I/AAAAAAAAAIM/jXfGe4nfPDU/s320/DSC_0060+%25282%2529.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cD_jreZBW3U/TmfG7YxhdwI/AAAAAAAAAIQ/yaLR0Fbpku0/s1600/DSC_0061.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-cD_jreZBW3U/TmfG7YxhdwI/AAAAAAAAAIQ/yaLR0Fbpku0/s320/DSC_0061.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-TkhfzXqslAs/TmfHIJ3QIJI/AAAAAAAAAIU/xw6LxCKm4O4/s1600/DSC_0068+%25282%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://2.bp.blogspot.com/-TkhfzXqslAs/TmfHIJ3QIJI/AAAAAAAAAIU/xw6LxCKm4O4/s320/DSC_0068+%25282%2529.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-i67jem80kwI/TmfHWkNxILI/AAAAAAAAAIY/boqaE5z0_RQ/s1600/DSC_0071+%25282%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://2.bp.blogspot.com/-i67jem80kwI/TmfHWkNxILI/AAAAAAAAAIY/boqaE5z0_RQ/s320/DSC_0071+%25282%2529.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-HcDLSit3qkA/TmfHj2PtYtI/AAAAAAAAAIc/RzIkW38m1wM/s1600/DSC_0077+%25282%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://2.bp.blogspot.com/-HcDLSit3qkA/TmfHj2PtYtI/AAAAAAAAAIc/RzIkW38m1wM/s320/DSC_0077+%25282%2529.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-1727428364570636196?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/1727428364570636196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=1727428364570636196' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/1727428364570636196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/1727428364570636196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2011/09/maos-obra.html' title='Mãos à obra!!'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-FHFr9pi7fEI/TmfFA9i8W_I/AAAAAAAAAHo/h9KFc_CUMfw/s72-c/CSC_0063.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-3099410690169138802</id><published>2011-09-07T15:14:00.001-04:00</published><updated>2011-09-07T15:20:44.983-04:00</updated><title type='text'>Touch´s Program</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Meu primeiro dia, oficial, de trabalho, foi meio boring... Achei que as crianças tinham uma agenda cheia de atividades e que eu teria que coordenar e gerenciar essas atividades... LENDA!! Elas não têm absolutamente nada pra fazer, após a escola, a não ser o dever de casa, que é feito com muita rapidez e facilidade; eles são altamente inteligentes e dedicados. Bem, como não tem nada para fazer, eu tenho que #takethelead e organizar. Xá comigooo, a partir do 2° dia eu já vou ter o que fazer com essa galera =D&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sugar Cube: “Apenas aceita – ele, como todos -,&amp;nbsp; e aceitar era uma forma de compreender.”&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Algumas fotos do primeiro dia:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kEzd1TUD0e8/TmfBB8SKhAI/AAAAAAAAAHM/PK9zOcC_Z3g/s1600/CSC_0058.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://2.bp.blogspot.com/-kEzd1TUD0e8/TmfBB8SKhAI/AAAAAAAAAHM/PK9zOcC_Z3g/s320/CSC_0058.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zOm4unL-9BI/TmfBOE97IfI/AAAAAAAAAHQ/CdzgNIopWaA/s1600/CSC_0061.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://2.bp.blogspot.com/-zOm4unL-9BI/TmfBOE97IfI/AAAAAAAAAHQ/CdzgNIopWaA/s320/CSC_0061.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ziB8y5z3pkg/TmfBd2hYxKI/AAAAAAAAAHU/IKXGYyrQXhI/s1600/CSC_0082.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://2.bp.blogspot.com/-ziB8y5z3pkg/TmfBd2hYxKI/AAAAAAAAAHU/IKXGYyrQXhI/s320/CSC_0082.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kb8G0gxR4lw/TmfBtJ_FyaI/AAAAAAAAAHY/Xh6TAKYUb6w/s1600/DSC_0050.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-kb8G0gxR4lw/TmfBtJ_FyaI/AAAAAAAAAHY/Xh6TAKYUb6w/s320/DSC_0050.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QKiDib8vyQk/TmfCEjcFl-I/AAAAAAAAAHc/RS9_gB2lDf4/s1600/DSC_0051.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-QKiDib8vyQk/TmfCEjcFl-I/AAAAAAAAAHc/RS9_gB2lDf4/s320/DSC_0051.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VfavqpjaBFQ/TmfCSVoBZDI/AAAAAAAAAHg/IQOG6KwgnF0/s1600/DSC_0073.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://1.bp.blogspot.com/-VfavqpjaBFQ/TmfCSVoBZDI/AAAAAAAAAHg/IQOG6KwgnF0/s320/DSC_0073.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ed_AjdHXDok/TmfCgkpXZpI/AAAAAAAAAHk/ZYjcE4i0Pqw/s1600/DSC_0075.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/-ed_AjdHXDok/TmfCgkpXZpI/AAAAAAAAAHk/ZYjcE4i0Pqw/s320/DSC_0075.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-3099410690169138802?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/3099410690169138802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=3099410690169138802' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3099410690169138802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3099410690169138802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2011/09/touchs-program.html' title='Touch´s Program'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kEzd1TUD0e8/TmfBB8SKhAI/AAAAAAAAAHM/PK9zOcC_Z3g/s72-c/CSC_0058.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-3131704527783928361</id><published>2011-09-05T13:53:00.000-04:00</published><updated>2011-09-05T13:53:36.534-04:00</updated><title type='text'>1° Dia de Trabalho</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; 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Eu, a outra brasileira e os japas, tínhamos combinado de irmos à Pink City, que é um ponto turístico bem famoso, aqui em Jaipur. Mas, sempre que formos fazer planos turísticos, temos que contar com a ajuda de uma outra pessoa: SÃO PEDRO!! Ultimamente, ele não tem sido muito amigável: tem chovido todos os dias, desde que cheguei, o que dificulta as minhas saídas turísticas e, logo, que eu tire fotos. De manhã, quebrada depois de duas baladas seguidas, após dois dias viajando até chegar aqui, eu dormi um pouco mais e acordei descansada. A única programação que estava certa, era a de uma festa da AIESEC Jaipur, que seria de despedida para a sueca e de boas-vindas para mim, a outra brasileira, a Checa e a Turca. Acabou não rolando, por uns probleminhas que eles tiveram. Vai rolar depois! Até então, eu tinha me programado para sair com eles, às 17hs, portanto, até lá eu teria tempo livre para conhecer algum outro lugar. Mas, além de São Pedro não colaborar, cada trainee aqui da casa queria fazer uma coisa diferente. Ou seja, resolvi ficar em casa, atualizando o blog, respondendo emails e descansando até as 17hs. Como disse, a festa de boas-vindas não rolou, pelo menos, não oficialmente, porque mesmo assim eles mandaram dois indianos virem me buscar para me levar para uma festa (pra eu não ficar sem fazer nada, em casa); só não me falaram que era uma POOL-PARTY!! Quando, na minha vida, eu imaginei que eu ia participar em de uma festa dessas, na Índia?? Mais um ponto positivo pra Jaipur! Basta ver as fotos e vocês também vão achar que eu estava em Miami e não na Índia (eu também fiz um vídeo, mas ainda não to conseguindo passar para o PC. Fica para a próxima). A festa bombou, com direito a cobertura de jornal local e tudo (que, claro, tirou um milhão de fotos da branca, visivelmente* não indiana, de camisa verde-amarela do que eles conhecem pela maior seleção de futebol do mundo – sim, eu sou patriota e não é só na Copa do Mundo). A festa foi bem boa, acabei sendo convencida a cair na piscina, de roupa e tudo (não, aqui eles não usam biquínis e calção de banho...tava todo mundo de roupa, na piscina), e os meninos sempre me perguntando se eu estava bem, se estava gostando e se queria alguma coisa. Depois disso, eu disse que estava faminta, e me levaram para comer no shopping em frente à festa (que eu esqueci de comentar: era na cobertura de um Hotel), e eu, cansada como tava, fui no que era mais fácil: subway. Quando cheguei em casa, caindo de sono, só tomei banho e desmaiei, na cama. Nem vi&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;a sueca ir embora #shameonme!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PqgiqC6u8Qc/TmUL6pm0jPI/AAAAAAAAAHE/ogoiVPA_kJM/s1600/DSC_0044+%25282%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://1.bp.blogspot.com/-PqgiqC6u8Qc/TmUL6pm0jPI/AAAAAAAAAHE/ogoiVPA_kJM/s320/DSC_0044+%25282%2529.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pool-Party&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1MVWoFt8HL8/TmUMCNWySmI/AAAAAAAAAHI/q-PtmwSeRAA/s1600/DSC_0045+%25282%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-1MVWoFt8HL8/TmUMCNWySmI/AAAAAAAAAHI/q-PtmwSeRAA/s320/DSC_0045+%25282%2529.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Im in Jaipur (ou seria Miami?!?), BITCH!!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas vamos a hoje: dia lindo! Eu já estava aflita e ansiosa para ir trabalhar, e ninguém da AIESEC vinha me buscar, sendo que eu não tinha nenhuma info da ONG. Quando eu tava deitada, ouvindo música, às 16hs da tarde, eis que chega Yash (o mesmo guri que me levou para comprar o chip de celular) para me levar à ONG, para eu me apresentar e poder começar a trabalhar, efetivamente, amanhã. Ele veio de scooter (ebaaa o//) e a proporção que a gente foi andando, ele foi me explicando como eu devo fazer para chegar lá. É um bucadin longe e eu vou ter que pegar umas 4 conduções diferentes; quem mandou querer se desenvolver, né? Agora agüenta. Chegando na ONG, fui recebida por vários sorrisos curiosos. Todas as crianças vieram prontamente falar comigo e apertar minha mão: juro que eram umas 10 mãos, ao mesmo tempo. Eu não sabia qual apertar primeiro. Enquanto Yash ia conversando com uma das mulheres que cuida do orfanato, eu fui respondendo à todas as curiosidades das crianças: nome, de onde eu venho (me trouxeram um globo e tudo, para eu mostrar onde eu moro no Brasil e todo o percurso que eu fiz até chegar aqui), porque eu tenho tantos piercings, quem é Yasmin (eles viram a tatuagem no meu punho, e eu expliquei que é a minha “god-daughter”/afilhada; como apadrinhamento é costumo cristão, eles só entenderam o “daughter”: ou seja, na cabeça deles eu tenho uma filha...hauahuahuahauha) e porque eu fiz uma tattoo com o nome dela; porque eu usava um colar de terço no pescoço e me ensinaram a falar Jesus Cristo em híndi; o que era aquele pano verde-amarelo pendurado na minha mochila (minha bandeira do Brasil que eu amarrei na mochi) e porque eu andava com ela pendurada e outras mil coisas... perguntaram se eu ia voltar, e ficaram super felizes quando eu disse que sim. Disseram que vão em ensinar híndi e Yoga e vão ser meus amigos. LINDOSSSS!!! Durante todo o tempo em que fiquei lá, eles não desgrudaram de mim; me abraçavam, apertavam minha mão... faziam de tudo para chamar a atenção. Nem todos falam inglês, mas o mais velho (já senti que vai ser meu braço direito no trabalho) fala e MUITO BEM!! Dá um banho em muita gente que eu conheço e que bate no peito dizendo que fala inglês. Ah, um detalhe: nem todo mundo sabe, mas essa ONG com a qual irei trabalhar é um orfanato/creche que abriga crianças com HIV. Ou seja, grande parte dessas crianças (ainda não sei dizer quem), são soro-positivas. Sabe o que mais me encheu de alegria e motivação?? Apesar da situação humilde e frágil devido às condições econômicas e de saúde de cada um deles, todos eles são SUPER INTELIGENTES e DETERMINADOS. Todos eles têm sonhos: sabem exatamente o que querem ser, quando adultos. Piloto da Aeronáutica indiana; cantor, cientista, engenheiro, professor. Vê-los falar dessas vontades me encheu de tanta alegria e determinação. Só reafirmou o meu papel na minha vinda para cá e na vida deles! Depois que saímos da ONG, o Yash me levou para comer, no shopping (o mesmo que eu fui, no sábado) e mais uma vez eu comi comida indiana: sobrevivi mas meu estômago já deu sinais de “pega leve” (Y). Após isso, ele me levou para conhecer a AIESEC Jaipur: tava uma correria louca, pois eles estão passando por processo seletivo. Conheci o Presidente, a Vice-presidente de Gestão de Talentos e o Vice-Presidente de Intercâmbios Corporativos, com quem irei trabalhar. Sim, fui convidada a fazer um CEED em ICX-C e eu aceitei, NA HORA!! Eles ficaram super empolgados por eu ser membro pleno e por eu ter aceitado o convite. Eu, mais ainda. Ou seja, além de trabalhar na ONG, assim que eu sair de lá, irei direto ao escritório, e vou trabalhar mais umas 2hs =D.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para encerrar o dia, o querido do Yash me levou para conhecer o bairro onde fica o escritório da AIESEC: é o melhor bairro para se comprar jóias e bijouterias! As melhores pedras/peças e pelo melhor preço! A proporção que a gente foi entrando nos lugares, ele começou a me comprar um monte de coisas. Eu já tava sem graça e não queria entrar mais em lugar nenhum, para ele não querer comprar mais nada. Eu sempre dizia não, mas ele insistia. Por último, no pacotinho de pulseiras que ele me deu, ele escreveu um recadinho e me disse: “esse é o meu primeiro sugar cube para você”: LINDOOO!! Ai gente, eles são tão queridos aqui comigo, que eu fico completamente sem graça, de verdade. =S&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por fim, ele me trouxe de volta para casa, na motoca (u-hulll) e aqui eu e as meninas já começamos a programar nossas viagens para conhecer os pontos turísticos (primeira parada: Taj Mahal!) indianos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por hoje é só, pessoal. Desculpem a monografia, mas acostumem! ;)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Beijos e até amanhã =D&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Momento Sugar Cube: “Não tenha medo. Você vai encontrar um jeito certo, embora não exista um jeito certo, mas você vai encontrar o seu jeito, e é ele que importa.” (C.F.A.)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-3131704527783928361?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/3131704527783928361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=3131704527783928361' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3131704527783928361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3131704527783928361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2011/09/1-dia-de-trabalho.html' title='1° Dia de Trabalho'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-PqgiqC6u8Qc/TmUL6pm0jPI/AAAAAAAAAHE/ogoiVPA_kJM/s72-c/DSC_0044+%25282%2529.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-506563625988162230</id><published>2011-09-04T05:07:00.002-04:00</published><updated>2011-09-04T05:07:27.520-04:00</updated><title type='text'>DAY 4/Broken Mindset n° 2</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable	{mso-style-name:"Tabela normal";	mso-tstyle-rowband-size:0;	mso-tstyle-colband-size:0;	mso-style-noshow:yes;	mso-style-parent:"";	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;	mso-para-margin:0cm;	mso-para-margin-bottom:.0001pt;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:10.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-ansi-language:#0400;	mso-fareast-language:#0400;	mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Segundo dia em Jaipur e por enquanto as coisas estão indo muito bem (tão bem que eu juro que to começando a ficar com medo do que pode vir depois... hauahuahuah). Ontem foi mais um dia super cansativo, porque eu não parei. Chegamos da festa às 03 da manhã, entrei na internet rapidinho para ver se tinha alguém do Brasil para eu dar “oi”; não tinha e eu fui dormir. Tava tão cansada que eu achei que fosse passar um dia inteiro dormindo: LENDA! Só consegui dormir 5hs. Acordei na pilha (deve o maldito fuso-horário). Acordei e fui fazer meu café-da-manhã muito saudável (mamão + cereal com leite + chá). Falando em café-da-manhã, pausa para uma parte séria e chata (a única, até agora), que eu acabei esquecendo (isso talvez seja um bom sinal) de escrever no post anterior, tamanha a minha correria e empolgação com tudo que está acontecendo. Na sexta, quando fui conhecer a cozinha da casa, juro que quase vomito. Tava simplesmente um LIXO!! Nada diferente (nada diferente, se não, pior) do que as cozinhas de presídios que eu já visitei. De verdade! =/ Tava cheia de louça suja e um mal-cheiro INSUPORTÁVEL. Era praticamente IMPOSSÍVEL se manter naquele lugar por mais de 2min. Isso me preocupou, pois não dá pra ficar comendo na rua e como falei, a melhor forma de não adoecer por intoxicação alimentícia, é preparar sua própria comida, em casa, por isso fiz compras e tudo mais. Mas com as más-condições da cozinha, era impossível conseguir preparar qualquer coisa pra comer. Tava tão nojento que eu guardei minhas compras no meu quarto. Mas, graças a Deus, as coisas melhoraram depois. Eis o que aconteceu: aqui na casa tem uma mulher que limpa os quartos 1 vez por semana e limpa a cozinha todos os dias (nós temos que deixar todas as louças na cozinha, se quisermos que ela lave – mas, digamos que a forma de lavar a louça deles é beeem mais simples que a nossa: ou seja, eu sempre lavo, de novo, antes de comer, só para garantir); isso já está incluso no valor do aluguel (85dollares, por mês) que pagamos para o dono da casa. Só que, justamente no dia que cheguei, estava tendo algum festival místico-religioso deles, e ela foi dispensada do trabalho e as louças/lixos acumularam na cozinha e ficou um nojo. Para terminar de lascar, um gato entrou na cozinha (que por sinal, tem um placa enorme, na porta, avisando para mantermos a porta sempre fechada, se não quisermos que MACACOS invadam e comam nossa comida) e fez cocô por lá, o que só piorou a situação. Enfim, no sábado ela estava de volta e limpou. Não ficou igual a cozinha da minha casa, mas, pro que estava, melhorou 101%; agora ta de boa. Não sei se realmente ta mais limpo ou se eu que já acostumei com a situação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ok, agora voltando ao dia de ontem. Depois do café, fiquei sentada na varanda fazendo minhas coisas e esperando dar 15hs, pois uma dos indianos da AIESEC que eu tinha conhecido na baladinha da noite anterior, ia passar aqui e me levar para tomar um café. Também, começou a chover e não dá pra fazer muita coisa na rua, com chuva. Por volta do almoço, os amigos do Rakshit vieram aqui na casa, pois ele estava em aula, na facul e não podia vir, e pediu para os amigos dele (que são da AIESEC) virem aqui para me levar para comprar um chip de celular. Que QUERIDOOO!! O problema é que meu cel é bloqueado e não funciona aqui. Mas, problema resolvido em 2 minutos: Harsh, amigo do Rakshit, disse que vai me emprestar um dos cels dele para que eu use durante a minha estadia aqui =D (que querido[2]). O outro amigo dele (que eu não lembro o nome) me levou, de scooter para comprar o chip. Outro querido[3]. Simplesmente me ajudou em TUDO!! Genteee, vocês não sabem quão MASSA é andar de Scooter no trânsito daqui. Buzinas, gente tirando fino de ti, chuva e vento na cara: AMEI (será que eu sou louca?? MAYBE!). Ps: Pai, me dá uma scooter?? Eu prometo me comportar *_* (#not...hauahuahuah).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na volta da compra do chip, como sou membro pleno e ativa da AIESEC, eis que Harsh me dá a MELHOR NOTÍCIA DO DIA: vão rolar duas conferências nacionais durante o período que eu vou estar aqui (uma agora dia 15... é o DD para membros novos para todas as AIESECs do norte da Índia, e o outro é a versão da CONADE dele, que vai ter uns 500 delegados: e o melhor, eu fui convidada a participar. Eu dava pulos de alegria pela casa: GENTE, EU VOU PARTICIPAR DE DUAS CONFERÊNCIAS NACIONAIS, INDIANASSSS!! How cool is that?? o//). Ainda, como eles estão em processo seletivo e ainda estão fazendo divulgação nas universidades, ele me convidou para dar uma palestra de divulgação na maior Universidade (não lembro se de Jaipur ou da Índia) para “vender” a AIESEC. Nem preciso dizer que topei, né?? *_*&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Depois disso, meu outro amigo indiano chegou, de moto (o//) pra gente sair. Acabou saindo todo mundo: íamos almoçar e jogar vídeo-game. O vídeo game não deu tempo, mas, comi comida indiana pela primeira vez e SOBREVIVI. É claro, só comi porque tava acompanhada deles e pedi sugestão e antes, disse: “take it easy, please”. Era apimentado, mas deu para descer. E era bem gostosinho =D&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De lá do shopping fomos a uma liquor store, comprar vodka (e eu tinha prometido fazer caipirinha com a cachaça que eu trouxe) e depois viemos para trainee house nos arrumar para fazer um esquenta na casa de um dos indianos e depois ir pra balada. Conversamos bastante, rimos bastante e dançamos bastante. Voltei pra casa as 04:30 (e teve gente que só voltou às 07hs), moooortaaa de cansada e louca de sono. Mas, claro, devido ao fuso, não resisti e entrei na net, pra falar com o Brasil. Falei com Gabizinha pelo skype (que ficou tirando sarro da minha cara de detonada e ainda fez o favor de chamar a mãe dela para ver meu estado... hauahuahauha... Gabiii, to morrendo de saudadesss!!!), e finalmente fui dormir. o//&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Bem, pra encerrar (UFA!!): o broken mindset do dia é sobre a questão da hospitalidade, e aqui entra o sugar cube do dia: “Um dia tu vais compreender que não existe nenhuma pessoa completamente má, nenhuma pessoa completamente boa. Tu vais ver que todos nós somos apenas &lt;u&gt;humanos&lt;/u&gt;”. Bem, a conclusão que tiro desse trecho e da Índia é sobre a (des)humanidade das pessoas. Estou impressionada com a forma que eles nos tratam aqui; principalmente o pessoal da AIESEC. Se eles puderem se jogar no chão, pra você pisar em cima e não se machucar/sujar, pode ter certeza que eles vão fazer isso por você. Antes de vir pra cá, e por só ter vivido em países de primeiro mundo, eu achava que só o brasileiro sabia tratar bem os estrangeiros. Mentira!! Hoje penso que quanto mais fudida (com o perdão da palavra) é a tua realidade, mais (des)humanidade vais encontrar. Desumanidade naqueles que não se importam com os outros, não respeitam as diferenças e não tem senso de alteridade. Humanidade naqueles que quanto mais maltratados, mais bem procuram fazer aqueles ao seu redor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Bem, essa foi a minha grande reflexão do dia. Espero que vocês estejam acompanhando e curtindo tudo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Beijos e até o próximo post!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-506563625988162230?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/506563625988162230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=506563625988162230' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/506563625988162230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/506563625988162230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2011/09/day-4broken-mindset-n-2.html' title='DAY 4/Broken Mindset n° 2'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-7814346310126539013</id><published>2011-09-03T10:18:00.002-04:00</published><updated>2011-09-03T10:18:25.073-04:00</updated><title type='text'>Broken mindset n° 1</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable	{mso-style-name:"Tabela normal";	mso-tstyle-rowband-size:0;	mso-tstyle-colband-size:0;	mso-style-noshow:yes;	mso-style-parent:"";	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;	mso-para-margin:0cm;	mso-para-margin-bottom:.0001pt;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:10.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-ansi-language:#0400;	mso-fareast-language:#0400;	mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Vou tentar ser mais resumida nesse post aqui. ;)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como escrevi no post passado, assim como no Brasil, também aqui existem várias Índias (e não são as mulheres dos índios... hauahuahauhauha) dentro da Índia. Ontem a trainee da Suíça convidou a gente para sair, com os amigos indianos dela (ela trabalha aqui e na suíça, e vai e vem o tempo todo: ou seja, ela já tem 5 anos de Índia e até fala híndi). Então, eu pensei: tenho duas opções; ficar dormindo em casa e me recuperar da viagem, ou sair pra descobrir como que os indianos se divertem. Devo confessar que eu to bem feliz de ter escolhido a segunda opção. Tomei um banho e troquei de roupa, super rápido (sair com tanta pressa que só no meio do caminho eu me toquei que eu tava usando óculos: coisa linda pra uma balada né?? Mas que nada, eu não sou indiana e isso já é suficiente para chamar atenção...) pois um dos amigos dela já estava nos esperando, de carro, lá embaixo. Fomos a uma balada aqui perto (não fazia a mínima ideia de onde estavam me levando) e era simplesmente um puta de um hotel super chique e luxuoso (o Ramada Inn) em que os caras vêm abrir a porta do teu carro com um “Namaste” e um sorriso de ponta-a-ponta do rosto. Fomos direto pra balada do hotel, sem pagar nada, pois o amigo da trainee é DJ da casa (toca todos os sábados) e colocou o nosso nome na lista. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Subimos e o espaço me lembra bastante a Jivago, em Floripa. Pequeno, porém aconchegante e DANÇANTE! O DJ da noite era um dos maiores DJs da Índia, o DJ oficial&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;da Kingfisher (confesso que ainda não descobri exatamente o que é essa marca, mas ela está em todos os lugares: desde a cerveja mais famosa até companhia aérea). E as pessoas?? Se vocês imaginaram pessoas comportadas (mulheres de um lado e homens do outro) e vestidas dos pés a cabeça, vocês, como eu, erraram feio. Exceto pela clara característica física, indiana, eles eram completamente ocidentais; desde o modo de se vestir até o de se portar, o fez com que eu me sentisse mais confortável e me soltasse mais (apesar de continuar chamando bastante – até demais – atenção). Enfim, o fato é que eu esperava uma noite completamente diferente, estranha e até boring, mas o fato é que eu precisava desse tipo de balada com os tipos de música que tocaram, há muito tempo, e não achava (ou não tinha tempo/disposição de ir) no Brasil. Dancei até minhas pernas pedirem penico e me diverti bastante. Portanto, foi um mindset quebrado, graças a essa experiência e desafio que eu aceitei. Ponto pra Índia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-7814346310126539013?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/7814346310126539013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=7814346310126539013' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/7814346310126539013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/7814346310126539013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2011/09/broken-mindset-n-1.html' title='Broken mindset n° 1'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-286416004458884704</id><published>2011-09-03T09:37:00.001-04:00</published><updated>2011-09-03T09:40:11.734-04:00</updated><title type='text'>DAY 3 – Jaipur</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Vôo tranqüilo até a Jaipur (exceto pela parte que só tinha indianos no vôo e eu nem preciso dizer que eu era o centro das atenções né??), li um pouco de Caio F,; cochilei mais um pouco e aproveitei para escrever o post anterior. Em menos de duas horas eu estava pousas em Jaipur. Vista aérea tranqüila, aeroporto super moderno, bonito, organizado: estou realmente na Índia?? Sim, eu estou... já haviam me falado isso, e agora eu estou pronta para comprovar, com os meus próprios olhos; é que tal como no Brasil, na Índia existem várias Índias... com o tempo vocês vão entender...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Chegando no desembarque: NINGUÉM para me receber. #todoschora! Mas calma: a culpa foi completamente minha que comprei outra passagem, chegando um dia antes e não consegui comunicar o Rakshit (meu amigo indiano, que me casou com a vaga e tem me dado todo suporte, aqui na Índia, antes mesmo de chegar aqui). Mas, expierta que eu sou (mentirinha, foi dica da Camilinha...hauhauahuah), eu chequei o número do celular do Rakshit, na assinatura de email dele, e quando eu cheguei no aeroporto, liguei pra ele do orelhão e ele simplesmente disse: “me espera aí que eu vou te buscar AGORA”. Meia hora depois ele estava lá, com mais dois amigos (um da AIESEC) para me buscar. Pegou minhas malas, chamou um táxi (tok tok... não sei se é assim que se escreve), não me deixou pagar, deu o endereço da trainee house para o motora e em 20 minutos eu estava na minha nova casinha =D&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Chegando na Babylon House (nome da trainee house onde eu estou morando – nome apropriado para a multiculturalidade do local, diga-se de passagem), fui recebida pela Jenifer, a outra trainee do Brasil, que estava de saída para o trabalho. Na casa eu conheci os outros trainees: dois do Japão, uma da Turquia, uma da Suíça, uma da Suécia, uma da República Checa e duas da Rússia! Conversei um pouco, acessei a internet para mandar notícias de que eu estava viva, e fui dar uma volta com a trainee da Rep. Checa, para comprarmos alguma comida (a forma mais fácil de não adoecer por aqui, é comprando comida e cozinhando em casa). Fomos caminhando até um shopping que tem aqui perto de casa (um shopping NORMALLL, com ar-condicionado e tudo- ontem tava um calor INFERNAL, estilo São Luís nos últimos dois anos) para irmos ao supermercado que tem lá dentro. No caminho, pobreza, bagunça e sujeira nas ruas e vários indianos vindo em nossa direção para dizer “oi”, e apertar a nossa mão. Aqui a gente é o centro das atenções (no começo até que é legal, mas chega uma hora que enche o saco; tu olha pra trás e tem um monte de gente te seguindo e te puxando; principalmente crianças). No supermercado não foi diferente: três crianças vieram atrás da gente e pediram pra gente tirar foto delas, todas sorridentes e impressionadas. Comprei comida para uma semana e paguei o equivalente a 35dollares: coisa que não se vê no Brasil, nos dias de hoje (Y). Voltando pra casa eu tava exausta e mesmo lutando contra o fuso-horário (8:30hs a mais que o Brasil), acabei dormindo no meu novo quarto. Eu divido quarto com a trainee da Suécia, que já está aqui a 3 meses e já está indo embora no domingo. O quarto é relativamente grande, em se tratando das acomodações indianas. Um guarda-roupa “generoso” para as duas e uma cabeceira, e uma cama pra cada. A cama é um pedaço de madeira, com um colchonete bem fino por cima. Delicinha de cama, hein?? Mas, pra quem já dormiu em colchão inflável, na laje de uma casa a céu aberto, isso aqui é o paraíso. O banheiro é comunitário para os trainees. Não é o mais luxuoso do mundo, óbvio. Mas, como falei, em se tratando de Índia e de trainee house, é uma MARAVILHA. Até agora, minha adaptação ta sendo tranqüila. Tudo bem que é só o primeiro dia e eu não posso me empolgar falando que ta fácil, porque ainda ta bem longe de eu realmente conhecer a Índia. A rua onde eu moro me lembra muito minhas férias pelo interior do Maranhão (Codó, Rosário, bacabeira etc): mais sujeira, buracos, esgoto, animais (de cachorros a porcos) e pobreza (exceto pelo Audi estacionado na casa do vizinho...); ou seja, nada que eu não tenha visto, antes!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por hora, é “só”, galera. Até o próximo post (pretty soon) ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ps: Sugar cube do dia - "Se você me amar e eu te amar, não precisaremos da aprovação de ninguém para ficar juntos, como também não precisamos assinar nenhum papel ou aceitar qualquer espécie de jogo." (C.F.A.) &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Namaste!!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0FIY-9Bz_jc/TmID7Kzsb1I/AAAAAAAAAGg/P2I9EQ0qMyk/s1600/DSC_0045.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-0FIY-9Bz_jc/TmID7Kzsb1I/AAAAAAAAAGg/P2I9EQ0qMyk/s320/DSC_0045.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Babylon House&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-So3LqCFLWRw/TmIECasprUI/AAAAAAAAAGk/TvQTtr_IlKI/s1600/DSC_0046.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-So3LqCFLWRw/TmIECasprUI/AAAAAAAAAGk/TvQTtr_IlKI/s320/DSC_0046.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; "Porquinhos da Índia"&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hPdmx8nnkAg/TmIEJK61nbI/AAAAAAAAAGo/ww59F-4xmwM/s1600/DSC_0047.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://1.bp.blogspot.com/-hPdmx8nnkAg/TmIEJK61nbI/AAAAAAAAAGo/ww59F-4xmwM/s320/DSC_0047.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O retrato da riqueza&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bjmIq9NyqEo/TmIEPsth_EI/AAAAAAAAAGs/VANbzoOzSHk/s1600/DSC_0050.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://1.bp.blogspot.com/-bjmIq9NyqEo/TmIEPsth_EI/AAAAAAAAAGs/VANbzoOzSHk/s320/DSC_0050.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O retrato da pobreza&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-MKxArn8IiXw/TmIEVz-iRjI/AAAAAAAAAGw/Xc3EZFV7cb0/s1600/DSC_0051.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-MKxArn8IiXw/TmIEVz-iRjI/AAAAAAAAAGw/Xc3EZFV7cb0/s320/DSC_0051.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O caçador de pipas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ki02o7elj5c/TmIEd8OumqI/AAAAAAAAAG0/v5I6bOfrAtk/s1600/DSC_0055.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-ki02o7elj5c/TmIEd8OumqI/AAAAAAAAAG0/v5I6bOfrAtk/s320/DSC_0055.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LgFrelUuoU0/TmIsCUMddCI/AAAAAAAAAG4/kMLy8eFW3Kk/s1600/DSC_0061.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-LgFrelUuoU0/TmIsCUMddCI/AAAAAAAAAG4/kMLy8eFW3Kk/s320/DSC_0061.JPG" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xoJK50-32us/TmIsKhcEOzI/AAAAAAAAAG8/2eWwD-TywlA/s1600/DSC_0062.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-xoJK50-32us/TmIsKhcEOzI/AAAAAAAAAG8/2eWwD-TywlA/s320/DSC_0062.JPG" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--AhNfL6hzRI/TmIsSnr5WuI/AAAAAAAAAHA/VtONfJbjiH0/s1600/DSC_0063.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/--AhNfL6hzRI/TmIsSnr5WuI/AAAAAAAAAHA/VtONfJbjiH0/s320/DSC_0063.JPG" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-286416004458884704?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/286416004458884704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=286416004458884704' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/286416004458884704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/286416004458884704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2011/09/day-3-jaipur.html' title='DAY 3 – Jaipur'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-0FIY-9Bz_jc/TmID7Kzsb1I/AAAAAAAAAGg/P2I9EQ0qMyk/s72-c/DSC_0045.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-3200484410537094107</id><published>2011-09-03T03:10:00.000-04:00</published><updated>2011-09-03T03:10:37.781-04:00</updated><title type='text'>DAY 2 – Heading to India</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable	{mso-style-name:"Tabela normal";	mso-tstyle-rowband-size:0;	mso-tstyle-colband-size:0;	mso-style-noshow:yes;	mso-style-parent:"";	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;	mso-para-margin:0cm;	mso-para-margin-bottom:.0001pt;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:10.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-ansi-language:#0400;	mso-fareast-language:#0400;	mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ainda no aeroporto de Johannesburg, África do Sul, passo pela fiscalização e me dirijo à área de embarque. O aeroporto é gigantesco e LINDO. Fiquei maravilhada com uma loja típica africana cheia de tudo que se pode imaginar no mundo africano. Fiquei meio tentada à comprar alguma coisa, mesmo sem saber exatamente o que. Mas aí, falei pra mim mesma: “Vai com calma, Coolerman, daqui 7 semanas tu estás de volta e ‘this time for Africa’”; deixei a loja de lado e me dirigi à um balcão de informações para saber qual era o meu portão. Errei o caminho (e fui parar do outro lado do aeroporto, já morrendo de dor na coluna do vôo anterior e mais o peso da minha mochila, que está simplesmente ENTUPIDA de coisas). Ao chegar, finalmente, no portão onde eu embarcaria mais tarde, tinham somente duas pessoas, e poltronas confortáveis me esperando para esticar a coluna e um cochilo experto (antes eu tentei usar o pc e acessar a net para dar notícias de vida, mas meu pc já estava descarregando e a tomada deles é diferente da nossa... deixei de mão...); acordei com o barulho das pessoas chegando para o embarque e com uma voz&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;me perguntando: “você fala português?”. Era uma menina, de 16 anos que estava saindo de casa pela primeira vez, para fazer um intercâmbio high-school, em Pune, na Índia. Tudo bem que ela não estava a mais empolgada das pessoas, mas pô, com 16 anos eu tava voltando ao Canadá, pela segunda vez, e estava longe de sonhar em um dia vir parar na Índia. Enfim, tirei o chapéu pra guria, mesmo ela tendo me “explorado” o vôo inteiro (ajudei ela com malas, imigração, comida, etc...). No avião, mais 9hs de vôo me esperavam. O vôo não estava lotado e eu tinha uma fileira de quatro lugares, vazia, todinha pra mim, certo? #not. Descobri que a “folga” não era uma característica só dos chineses; fui ao banheiro e quando voltei, tinha um indiano estirado nas 3 poltronas, me deixando mal a minha, pra sentar. (Y)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Procurei mais assentos de 4 lugares vagos, mas já estavam todos ocupados. Me contive com um de dois lugares que me deixou com torcicolo da posição em que dormi, mas, pelo menos, eu dormi.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;9 longas horas (dessa vez o tempo passou mais devagar) mais tarde, eu finalmente pouso na INDIA!! Engraçado que a proporção que foi passando o tempo, eu fui ficando super relaxada e tranquila, como se tivesse voltando pra casa... Quando saí de SP eu falei: “cara, o que jhabuss eu to indo fazer na Índia??”; pouco antes de chegar em Mumbai eu me senti com uma vontade incrível de GRITAR: “cara, EU TÔ NA INDIAAA, &amp;amp;%$#@” (obviamente eu não gritei, afinal de contas, eu não preciso de muito para atrair todas as atenções para a minha pessoa...). Me senti segura e confiante de que fiz a escolha certa. Sei que ainda tenho um longo caminho pela frente antes mesmo de poder dizer se gostei ou não dessa experiência, mas só o fato de ter chegado aqui me tranqüilizou e me fez sentir orgulho das minhas decisões.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em Mumbai eu tive que pegar minhas bagagens (orei pra que elas não tivessem sido extraviadas; não foram. #meusantoéforte!) e as da guria que não sabia fazer nada, sozinha. Era 1h da manhã (aqui o fuso já é maior que na África: +03:30, totalizando 08:30hs de diferença com o Brasil) e o aeroporto estava vazio. Fui checar minha passagem para Délhi: era só as 17:30, ou seja, eu teria que esperar por mais 16:30hs no aeroporto, para pegar um vôo para Delhi, onde eu só chegaria a noite e teria que dormir no aeroporto para pegar o ônibus para Jaipur no dia seguinte (por segurança), pela manhã. Decidi pesquisar preço de passagens direto para Jaipur e que eu ficasse menos tempo esperando. Enquanto a Cia aérea não abria, eu fui procurar meu celular (que eu uso de mp3) para escutar música. Quem disse que eu achei?? Nessa história de trocar de poltrona para dormir, eu devo tê-lo esquecido no bolsão da poltrona (eu a minha cabeça de vento. #ficaadica pro presente de Natal, hein, galera? =D). Ainda voltei na Cia aérea, mas disseram que não encontraram nada (um outro senhor esqueceu a carteira, com tudo dentro, e também não acharam; o que me fez pensar que a minha situação era tranqüila,ainda mais se tratando de um cel velho que eu ganhei da Claro, uns 4 anos atrás). O bom de ter perdido o cel, é que esse moço que perdeu a carteira, me ajudou com algumas coisas e até me emprestou o cel dele, para eu entrar em contato com o pessoal da AIESEC em Jaipur. Depois da gente ter se conformado com a nossa perda, eu fui atrás da nova passagem e descobri que viajar, de avião, pela Índia é MUITO BARATO!! Paguei 85dollares na passagem direto para Jaipur, em um vôo que ia sair às 05:40 (quando eu comprei a passagem, já era 3:50hs). Detalhe, Mumbai fica quase ao Sul da Índia e Jaipur ao Norte. Ou seja, cruzei vou cruzar o páis por menos de R$150,00; coisa que não se vê no Brasil. Ainda em Mumbai, tive contato com o primeiro “bichinho de estimação” deles: um RATO!! Sim, aqui não é Disneylândia, mas é cheia dos Mouses; tanto quanto em Buenos Aires é cheio dos pombos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Do aeroporto eu consegui acesso à net e dar notícias, pelo face, de que eu já estava na Índia, e tava inteira. Logo depois eu corri pro meu portão, que já estavam chamando para o embarque. Jaipur, aí vou eu!!!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;ps: Sugar cube do dia, que eu acabei lendo atrasado - "O que acontece comigo é que eu tinha andado de braços fechados. Sem perceber."&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;#ficaadica... acho que isso explica muita coisa, agora...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-3200484410537094107?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/3200484410537094107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=3200484410537094107' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3200484410537094107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3200484410537094107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2011/09/day-2-heading-to-india.html' title='DAY 2 – Heading to India'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-3714354342715099171</id><published>2011-09-03T03:07:00.000-04:00</published><updated>2011-09-03T03:07:07.521-04:00</updated><title type='text'>Day 1 – Leaving Home</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable	{mso-style-name:"Tabela normal";	mso-tstyle-rowband-size:0;	mso-tstyle-colband-size:0;	mso-style-noshow:yes;	mso-style-parent:"";	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;	mso-para-margin:0cm;	mso-para-margin-bottom:.0001pt;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:10.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-ansi-language:#0400;	mso-fareast-language:#0400;	mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Finalmente chegou o grande dia. Malas prontas, passagens e passaporte em mãos. Mas ainda sinto que tem algo faltando... ah, lembrei, é a ficha! Sim, a ficha que ainda não caiu! Quem diria que um dia eu ia ter a curiosidade e a&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;CORAGEM de fazer intercâmbio na ÍNDIA?? Logo eu que passei a adolescência inteira planejando mochilões pela Europa; esportes radicais na Austrália e Nova Zelândia; Work (slave) experience no USA e festas “calientes” no México. Quanto a África... só me passava pela cabeça conhecer a África do Sul, pois disseram que é igual a Austrália, só que mais barata (Y).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Poisé, mas as coisas mudam (amém) e eu acho, que de alguma forma “mudei e pra melhor, e ninguém precisa acreditar nisso para que eu tenha realmente mudado”, diria o grande Caio F. (vão logo se acostumando com frases dele, porque ele vai me acompanhar em TUDO! Preparei “sugar cubes” com minhas frases favoritas dele –as que li até agora –; todo dia eu pegarei uma dentro da minha caixinha de çai/tchai e ela servirá de inspiração para os escritos do dia... along, é claro, com as experiência que eu irei viver). A gente vai crescendo, amadurecendo (nem todos...infelizmente) e vai percebendo o mundo com outras lentes... começa a pensar o mundo “out of the Box”; e foi a minha curiosidade de conhecer o novo, movida pelos programas e objetivos da AIESEC (organização a qual faço parte) que me trouxe até aqui. Saí de casa sem saber ao certo o que eu tava sentindo: medo, excitação, ansiedade, curiosidade; qualquer sentimento diferente da calma e tranqüilidade que eu senti em janeiro, quando voltei ao Canadá, pela terceira vez; &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;país que eu já conheço a cultura, os costumes, culinária e domino a LÍNGUA. Anyway, cheguei a conclusão que só ao chegar na Índia é que talvez eu comece a entender os meus sentimentos...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Saí de Floripa às 10hs da manhã e fui para Guarulhos, aguardar meu vôo para Mumbai (Índia) que só sairia às 18:20 hs. Primeiro “problema”: excesso de bagagem, pois as passagens foram compradas separadas e o trecho FLN-GRU só conta como doméstico, o que significou menos R$120,00 no meu pobre bolso! Mas tudo bem, eu já esperava por isso, pois aconteceu a mesma coisa quando fui pra Vancouver, em janeiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Chegando em Guarulhos, recolho a bagagem e vou fazer o segundo check-in, dessa vez, internacional. Pensei: “ah, agora tô de buenas... tenho direito até duas malas de 32kg”... poisé, de fato eu tenho direito a isso, mas não tenho direito a compensação (ou seja, não posso exceder os 32kgs em uma mala, mesmo que a outra esteja bem abaixo do limite); resumindo: lá vou eu arrancar os plásticos que eu tinha mandando enrolar, ainda em floripa, por segurança e higiene e começar a transferir peso de uma mala à outra... adivinhem o que estava pesando tanto: as CACHAÇAS!! Bastou eu passar os dois litros de uma mala para a outra e ficou tudo lindo. Beleza, check-in feito, consegui assento no corredor (u-hulll) e fui embarcar. Antes do embarque, resolvi “colher” meu primeiro sugar cube do Caio, e eis que ele me diz: “vou ali ser feliz e já volto”. Ok!! Missão dada é missão cumprida... ainda mais vinda do meu autor favorito. Acredito que essa frase era o que eu precisava ouvir/ler para me tranqüilizar e saber que eu tomei a decisão certa ao escolher esses destinos para viver as minhas experiências de intercâmbio AIESECas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na sala de embarque, a fila tava kilométrica para o meu vôo, que estava lotado. Pensei: “meu assento ta garantido, logo, não vou ficar nessa fila pagando promessa”. Esperei todo mundo entrar e entrei por último (nesse meio tempo, encontrei o Karim – Egípcio que estava lá em Floripa -; me despedi dele, que estava voltando para casa e me disse “good luck” quando eu repeti que estava indo para a Índia). Só que graças a isso, eu quase não consigo espaço no bagageiro para pôr as minhas tranqueiras. Portanto, momento #ficaadica: embarquem o mais cedo possível, para garantir seus pertences acima da sua cabeçinha (tchêêêê) durante o vôo ;)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O vôo era completamente multi- étnico: brasileiros, chineses, indianos, africanos e uns outros gringos galegos que não dá pra dizer exatamente de onde são, mas dá pra chutar “di cum força” que são europeus. Sentei no corredor de uma fila de asiáticos, que penso eu, são chineses. O avião, apesar de maior por ser vôo doméstico, é bem menos confortável que os da Air Canadá e TAP que eu já viajei. Mas tudo bem, “estou indo pra índia, andar de tok-tok”, eu penso. Não bastasse o espaço ser apertado, o tiozinho do meu lado só não era mais FOLGADO, porque o dia só tem 24hs... Durante a janta, eu peço vinho e ele pede cerveja com GELO!! (sim, gelo. Até o comissário de bordo, que por sinal, não era NADA simpático, estranhou). No meio da minha garrafinha (que eu pedi pra tentar dormir bem), o bonitão pede pra ver a minha garrafa e experimentar o vinho... eu, besta que não sabe dizer não, “empresto”, e o que ele faz?? Toma direto na boca e diz (em um inglês PÉSSIMO): “depois você pede outro pra você”! Noção zero(Y). O pior é que ele passou o vôo inteiro dormindo e caindo em cima de mim, e esticando as pernas no espaço que era do MEU assento! Ah, ele não cheirava nada bem, também. Mas, mais uma vez eu pensei: “relaxa, Coolerman, você está indo para Índia, andar de trem e de ônibus, e lá vai ser BEEEM pior). Pra terminar de lascar comigo, a televisão da minha poltrona não estava funcionando e eu não consegui escutar música nem assistir nada! O jeito foi jantar, tomar SÓ meia garrafinha de vinho (já que me “tomaram” a outra metade) e tomar dois dramins e dormir o sonho dos justos! Graças a Deus o vôo passou mais rápido do que eu imaginava. Só acordei com o café da manhã e logo depois já estávamos pousando em Johannesburg – África do Sul; local da minha conexão, de onde escrevo esse primeiro relato.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Agora aguardo meu vôo para Mumbai (de lá eu tenho que pegar outro avião para Délhi, e de lá, outro avião ou um ônibus para Jaipur... cidade onde vou morar e trabalhar); ou seja, uma longa jornada ainda me aguarda, antes de eu poder, finalmente, esticar minha coluna (que já está gritando aqui) e tomar um bom banho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Acho que é isso... (como se eu tivesse escrito pouco, né?? ¬¬ ps: se acostumem!). Até a próxima parada, com mais relatos e mais sugar cubes do Caio =D&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;ps: o fuso aqui na África do Sul são de 5horas a mais que no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-3714354342715099171?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/3714354342715099171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=3714354342715099171' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3714354342715099171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3714354342715099171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2011/09/day-1-leaving-home.html' title='Day 1 – Leaving Home'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-5792683689697428724</id><published>2011-09-03T03:05:00.000-04:00</published><updated>2011-09-03T03:05:53.135-04:00</updated><title type='text'>Ar@und the W@rld</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lNRXJGy3LYE/TmHRWJoDgQI/AAAAAAAAAGc/pu8zYYEa0kY/s1600/ist2_4606227_flag_of_india1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="256" src="http://2.bp.blogspot.com/-lNRXJGy3LYE/TmHRWJoDgQI/AAAAAAAAAGc/pu8zYYEa0kY/s320/ist2_4606227_flag_of_india1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Voltando a postar, depois de quase uma vida de desatualizações, é hora de dar uma cara e histórias novas para esse blog. A partir de agora vocês poderão acompanhar meu "diário de bordo" ao redor do mundo, oportunidade que eu estou tendo, graças aos intercâmbios da AIESEC. Começando pela India!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enjoy it!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-5792683689697428724?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/5792683689697428724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=5792683689697428724' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5792683689697428724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5792683689697428724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2011/09/arund-wrld.html' title='Ar@und the W@rld'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-lNRXJGy3LYE/TmHRWJoDgQI/AAAAAAAAAGc/pu8zYYEa0kY/s72-c/ist2_4606227_flag_of_india1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-48216205260524676</id><published>2010-11-20T11:32:00.003-04:00</published><updated>2010-11-20T11:35:37.570-04:00</updated><title type='text'>"Madness"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TOfqLRpUrLI/AAAAAAAAAF4/jAJwtR1_uZI/s1600/1231877578617_f.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 226px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TOfqLRpUrLI/AAAAAAAAAF4/jAJwtR1_uZI/s320/1231877578617_f.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541655345938869426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Cada um sabe a dor e a delícia de ser aquilo que é." (Caetano Veloso)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Deixa que a loucura escorra em tuas veias. E quando te ferirem, deixa que o sangue jorre enlouquecendo também os que te feriram." (Caio F.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Imagem: Tela de Maurice Utrillo - Madness&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-48216205260524676?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/48216205260524676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=48216205260524676' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/48216205260524676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/48216205260524676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2010/11/madness.html' title='&quot;Madness&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TOfqLRpUrLI/AAAAAAAAAF4/jAJwtR1_uZI/s72-c/1231877578617_f.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-9168789615036736017</id><published>2010-06-21T23:16:00.005-04:00</published><updated>2010-06-21T23:30:12.692-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TCArPLIU04I/AAAAAAAAAFQ/gJVfC-cwALE/s1600/identidade.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TCArPLIU04I/AAAAAAAAAFQ/gJVfC-cwALE/s320/identidade.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485431885823005570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-line-height:150%;font-size:12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-line-height:150%;font-size:12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Manchete: &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Travesti com HIV injeta sangue infectado em enfermeiras de Brasília.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;O que mais me chamou a atenção nessa manchete não é a gravidade (dada pela mídia) da situação, mas, a perda da identidade do agressor, por parte de quem a escreveu. A mesma não dá a devida importância ao caso, em si. Não enfatiza o caos em que se transformou a questão da saúde brasileira e a precariedade das instituições públicas que, por falta de contingente e estrutura, deixam mais que a desejar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;line-height: 150%; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Sendo assim, é preferível (leia-se: mais vendável e rentável) tratar a matéria sob outra perspectiva: a da (falta de) identidade do(a) agressor(a). Na própria matéria não se define quem praticou a ação; a manchete fala no masculino enquanto que, no seu desenvolver, os depoimentos das testemunhas se referem à pessoa na sua forma feminina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Homem ou mulher, o “personagem” dessa “história” parece ser “assexuado” e não ter identidade. Quem quer que tenha escrito essa reportagem, sequer se deu ao trabalho de descobrir o nome da pessoa, bastou denominá-lo de “o travesti”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;É como se quisessem alertar a sociedade: “cuidado: travesti à solta, com seringa infectada pelo vírus do HIV, em punhos.” Passa-se a idéia de que o mesmo só agiu assim, por ser travesti. É como se não tivesse escrúpulos e nem princípios, já que também não tem sexo definido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Portanto, pouco importa se o mesmo agiu por impulso, por revolta e por desespero (não que justifique a sua atitude, mas, no mínimo, têm-se um “porque”), depois de passar mais de 5 horas no corredor de um hospital, esperando que sua amiga, que estava passando mal, fosse atendida. O que ficou claro era que o fato foi cometido por um TRAVESTI, e, portanto, merece toda e qualquer forma de repúdio pela sociedade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Como já era de se esperar, o caso só poderia ir parar na delegacia e ser tratado pelas mãos do Estado penal: &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;“De acordo com o delegado Onofre de Moares, o &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;travesti&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; vai responder por tentativa de duplo homicídio. “A partir do momento que ficou constatado no laudo que ele é soropositivo, vai responder por duas tentativas de homicídio qualificado. A pena para cada tentativa é de 12 a 30 anos, diminuída de um ou dois terços porque foi tentativa, e não homicídio consumado”, explicou o delegado.” Só não entendi o nexo de causalidade entre o fato em si, e a punição a qual será submetido o agressor. &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Dupla&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; tentativa de homicídio qualificado? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Duas perguntas merecem ser feitas ao se ler essa reportagem: 1) está se punindo o fato, em si, ou o AUTOR? 2) se a repressão diz respeito ao fato, por que não julgar, também, o Estado, por não prover o devido e necessário atendimento aos seus pacientes? Uma pessoa que passa 5 horas, agonizando, no corredor de um hospital, não está sendo lesada? Não cabe falar, então, em tentativa de homicídio? E também qualificado (ressaltando o papel de garante do Estado)? Sem contar, é claro, os inúmeros casos de mortes consumadas, por falta de atendimento, ou por infecções causadas pelas péssimas condições sanitárias dos hospitais, ou mesmo pela imperícia, imprudência e negligência de seus funcionários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Penso que enquanto não soubermos responder tais perguntas, ou mesmo não ousarmos fazê-las, em voz alta, o Estado vai continuar punindo quem quiser e como bem quiser. Resta então torcer para não sermos a sua próxima vítima.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Para ler a reportagem na íntegra: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/06/travesti-com-hiv-injeta-sangue-infectado-em-enfermeiras.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/06/travesti-com-hiv-injeta-sangue-infectado-em-enfermeiras.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;line-height: 150%; "&gt;Alanna Sousa&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-9168789615036736017?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/9168789615036736017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=9168789615036736017' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/9168789615036736017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/9168789615036736017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2010/06/manchete-travesti-com-hiv-injeta-sangue.html' title=''/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TCArPLIU04I/AAAAAAAAAFQ/gJVfC-cwALE/s72-c/identidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-7156101768143677073</id><published>2010-06-15T00:11:00.002-04:00</published><updated>2010-06-15T00:17:32.188-04:00</updated><title type='text'>"O escafandro e a borboleta"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBb91ujSTgI/AAAAAAAAAFA/DS9XcKJu6LQ/s1600/escafandro.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBb91ujSTgI/AAAAAAAAAFA/DS9XcKJu6LQ/s320/escafandro.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5482848695841082882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;*Inspiração advinda do filme "O escafandro e a borboleta"&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;line-height:150%"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt;“Hoje sinto que  a minha vida é uma série de frustrações. Mulheres que não fui capaz de amar, oportunidades que eu não soube avaliar, momentos de felicidade que deixei escapar. Uma corrida cujo resultado eu conhecia de antemão, mas falhei em escolher o vencedor. Tenho sido cego e surdo, ou o duro golpe me fez descobrir minha verdadeira natureza?”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;Quantas vezes nos sentimos assim? A grama do vizinho está sempre mais verde que a nossa, não é verdade? Os nossos problemas são sempre os maiores do mundo, quando não são os únicos. E a gente tem que pôr-los pra fora; não pra nos sentirmos mais leve, mas pra que alguém sinta pena da gente e venha nos consolar, venha cuidar da gente. Esse altruísmo, mascarado, disfarça essa necessidade íntima.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Quantos de nós estão presos em escafandros pessoais, corporais, mentais? Estão cercados de água, sem peixes pra dizer “oi”, de vez em quando? Essa a é a realidade de muitos, por mais que tentem disfarçar com “sorrisos indecisos” que, a sós, se convertem em lágrimas soltas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;O mundo é mesmo muito injusto, dizem. Mas o que se tem feito para torná-lo mais justo? Ficar deitado na cama, num quarto escuro, o dia inteiro, não ajuda muito. Andamos cegos e surdos para a nossa própria realidade. E às vezes só enxergamos a nossa cegueira e escutamos o nosso silencio quando somos, de fato, atingidos por um duro golpe. Aí chega o tempo das lamentações, dos arrependimentos do que se fez e se deixou de fazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt; “Através da cortina em fiapos, um tênue brilho anuncia a o raiar do dia. Meus calcanhares doem, minha cabeça pesa uma tonelada, todo o meu corpo está encerrado em uma espécie de escafandro. Minha tarefa agora é escrever as inertes anotações de viagem de um náufrago nas praias da solidão.&lt;/span&gt;”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;No fim, nos resumimos a anotações feitas em um pedaço de papel qualquer, escondido em algum canto daquela gaveta que nunca ousamos abrir, porque as baratas do tempo podem nos assombrar. A gente escreve e joga lá, achando que isso vai fazer uma diferença danada, quando na verdade, só se transforma em uma pilha de papel que dificilmente será lido, um dia, por alguém. São nossas reclamações e arrependimentos, que ninguém ouve. Que nós mesmos não queremos ouvir. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Nosso escafandro, jogado ao mar, está preso a uma corda que está na terra, e nós rezamos para sermos puxados de volta a ela. Ninguém quer se dar ao trabalho de nadar. A inércia toma conta daquele corpo, pesado pelas lamentações, e nos mantém debaixo d água.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt; “Como um marinheiro que vê a praia desaparecer, vejo meu passado se afastar reduzido às cinzas da memória.”.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Essas memórias são traiçoeiras, e costumam falhar. Talvez seja tempo de reavivá-las, ou mesmo de nunca as deixar morrer. &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt;“É tempo de me fazer, eu sei&lt;/span&gt;”, diria o Caio. É tempo de nadar rumo à superfície, e ao entrar em contato com o ar terreno, se fazer borboleta e voar pelo mundo afora. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;É tempo de se criar asas e voar por nossos próprios jardins, aqueles cultivados por nós mesmos, cujas flores precisam ser regadas, para então, serem colhidas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;É tempo de se livrar de nossas armaduras e armadilhas, e&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;voar. Porque ser feliz é tão simples quanto o bater de asas de uma borboleta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Alanna Sousa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-7156101768143677073?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/7156101768143677073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=7156101768143677073' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/7156101768143677073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/7156101768143677073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2010/06/o-escafandro-e-borboleta.html' title='&quot;O escafandro e a borboleta&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBb91ujSTgI/AAAAAAAAAFA/DS9XcKJu6LQ/s72-c/escafandro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-8768160135255177651</id><published>2010-06-12T23:39:00.004-04:00</published><updated>2010-06-13T21:38:54.326-04:00</updated><title type='text'>"Para os (e)namorados"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBRTC2d8EiI/AAAAAAAAAE4/cLWSxPP0nmY/s1600/p_s__i_love_you_movie_image_hilary_swank_and_gerard_butler.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5482097954862666274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBRTC2d8EiI/AAAAAAAAAE4/cLWSxPP0nmY/s320/p_s__i_love_you_movie_image_hilary_swank_and_gerard_butler.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para aqueles que tanto se orgulham de poder comemorar o dia de hoje (ontem) e para aqueles que não precisam de UM dia para isso, pois já sentem orgulho nos outros 364 dias do ano, eis a minha mensagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;"Fathers, be good to your daughters&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;Daughters will love like you do&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;Girls become lovers who turn into mothers&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;So mothers, be good to your daughters too" (John Mayer - Daughters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-8768160135255177651?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/8768160135255177651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=8768160135255177651' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/8768160135255177651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/8768160135255177651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2010/06/para-os-enamorados.html' title='&quot;Para os (e)namorados&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBRTC2d8EiI/AAAAAAAAAE4/cLWSxPP0nmY/s72-c/p_s__i_love_you_movie_image_hilary_swank_and_gerard_butler.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-5050228618335663981</id><published>2010-06-12T03:51:00.001-04:00</published><updated>2010-06-12T03:55:35.038-04:00</updated><title type='text'>"Até quando?"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBM9cVWjmJI/AAAAAAAAAEw/a2NFY59Lx6U/s1600/oil_e_mad5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 224px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBM9cVWjmJI/AAAAAAAAAEw/a2NFY59Lx6U/s320/oil_e_mad5.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481792728417409170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBM9cD2MzkI/AAAAAAAAAEo/LFpOCkgpDfM/s1600/burki-mare-negra-24h.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBM9cD2MzkI/AAAAAAAAAEo/LFpOCkgpDfM/s320/burki-mare-negra-24h.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481792723718295106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt;"Não apenas por pena de exílio os povos marinheiros perdem seus mares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt;Dia sim, e o outro também, a maré negra, pegajosa e mortal, ataca as águas e suas margens. No final do ano de 2002, um barco petroleiro, partido pelo meio, vomitou seu veneno sobre a Galícia e mais além.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt;A costa, negra de petróleo, se encheu de cruzes. Os peixes mortos e as aves mortas flutuavam na podridão das águas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt;O Estado? Cego. O governo? Surdo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt;Mas os pescadores, barcos ancorados, redes recolhidas, não estavam sozinhos. Milhares e milhares de voluntários enfrentaram, com eles, a invasão inimiga. Armados de pás e tachos e do que puderam encontrar, foram despindo trabalhosamente, dia após dia, semana após semana, as areias e as rochas que o petróleo havia vestido de luto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt;Essas muitas mãos, estavam mudas? Elas não pronunciavam discursos de teatro. Fazendo diziam, em galego: &lt;i&gt;Nunca máis.&lt;/i&gt;" (Eduardo Galeano - Bocas do Tempo, 2004, p. 84).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O texto foi escrito em 2002. As charges, são recentes. Galeano tem o dom de escrever em um só tempo, todos os três. Em 2002, aquele presente era uma mensagem que não deveria se repetir no futuro. Hoje, 2002 é passado. Passado que se faz presente e que provavelmente está prevendo, novamente, o futuro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou o povo galego não tinha noção de tempo, ou não tinha noção de vocabulário. O certo é que o "Nunca máis" dito há 8 anos, está batendo à nossa porta. Até quando?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000099;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF6600;"&gt;(Legenda Charge 1: "Ele foi deixado para trás para extrair o último barril bruto da Terra")&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-5050228618335663981?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/5050228618335663981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=5050228618335663981' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5050228618335663981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5050228618335663981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2010/06/ate-quando.html' title='&quot;Até quando?&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBM9cVWjmJI/AAAAAAAAAEw/a2NFY59Lx6U/s72-c/oil_e_mad5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-2396175929419551174</id><published>2010-06-10T22:08:00.000-04:00</published><updated>2010-06-10T22:36:23.932-04:00</updated><title type='text'>"Foi dada a largada"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBGd2pbGhLI/AAAAAAAAADw/DAZVqDmqe2E/s1600/chappatte-04-06-2010.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBGd2pbGhLI/AAAAAAAAADw/DAZVqDmqe2E/s320/chappatte-04-06-2010.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481335783644628146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi dada a largada, na tarde de hoje, para mais uma Copa do Mundo de Futebol. Durante um mês o mundo vai "esquecer" seus problemas e focar somente nos marcadores futebolísticos instalados nos grandes estádios de futebol da África. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sim, a África! Aquela que morre de fome, desnutrição, AIDS, malária, preconceito racial, falta de saneamento básico, água potável, dentre outras questões sociais, econômicas e políticas BÁSICAS. Mas quem se importa? O importante é pôr em prática a política do "pão e circo", ainda que só para aqueles que tenham dinheiro pra pagar a entrada do espetáculo e comprar a pipoca (já que a grande maioria da população africana é marginalizada e não terá acesso às infraestruturas desenvolvidas para a realização deste "importantíssimo" evento mundial). Resta à estes, torcer, de longe (bem longe) pra sua seleção... a gente bem sabe que a seleção sul-africana não tem a mínima chance de ganhar, mas, em se tratando de FUTEBOL e ÁFRICA, ZEBRAS NÃO FALTARÃO!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um bom começo de Copa à todos!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-2396175929419551174?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/2396175929419551174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=2396175929419551174' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/2396175929419551174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/2396175929419551174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2010/06/foi-dada-largada.html' title='&quot;Foi dada a largada&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TBGd2pbGhLI/AAAAAAAAADw/DAZVqDmqe2E/s72-c/chappatte-04-06-2010.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-5496474029241538783</id><published>2010-06-10T01:15:00.000-04:00</published><updated>2010-06-10T01:31:46.858-04:00</updated><title type='text'>"O que é bonito"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Estava estudando pra tal da prova de processo penal, e por mais que essa disciplina me seja interessante, às vezes, até mesmo agradável, chegou uma hora que me encheu o saco! Me deparei com a minha realidade: simplesmente não gosto da dogmática. Sei da importância (assim dizem) da mesma no mundo jurídico, e por causa dessa suposta importância é que eu a aturo. Mas, gostar mesmo, eu não gosto. Não gosto de imposições!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A dogmática nos deixa pouco (ou nenhum) espaço para pensar sobre o assunto. Nunca fui fã de regras, a não ser aquelas feitas por mim mesma, e a dogmática não passa de regras que nos foram impostas pelo tal do &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;legislador &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;e em nome de uma suposta &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;justiça&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;. Por isso, prefiro a zetética, a dialética; aquilo que nunca vai ter uma resposta certa, definitiva. Aquilo que não te força a responder, senão a continuar perguntando, como na maiêutica socrática.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;É que como o Lenine, "eu gosto é do &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;inacabado, o imperfeito, o estragado...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Alanna Sous&lt;/span&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-5496474029241538783?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/5496474029241538783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=5496474029241538783' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5496474029241538783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5496474029241538783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2010/06/o-que-e-bonito.html' title='&quot;O que é bonito&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-8218402684147412590</id><published>2010-06-01T23:21:00.000-04:00</published><updated>2010-06-01T23:22:15.571-04:00</updated><title type='text'>"We said NEVER AGAIN"</title><content type='html'>Anos atrás o mundo testemunhou a humanidade desabar. Milhões de pessoas foram destruídas em nome de uma nova geração; a melhor e única. A grande raça pura! Um homem ergueu uma nação inteira contra toda a humanidade. Um homem qualquer com apenas um poder especial: o poder da persuasão. O poder que se transformou na união de todos os poderes e que transformou o mundo.&lt;br /&gt;A história tem sido contada diversas vezes, com o passar dos anos. Não importa quem conta ou como é contada, nada muda o fato de que a humanidade fora destruída pela ideologia (bem plantada) de uma raça pura. Eles escolherem quem eles queriam exterminar. Eles se autodenominaram os escolhidos, os únicos e se chamaram nazistas.&lt;br /&gt;Negros, judeus, homossexuais, deficientes, mulheres e crianças: estes foram os escolhidos por eles e em nome de Deus (que deus??), para morrerem em prol da salvação da nação e gerações futuras. Naquele tempo eles podiam se chamar heróis, ainda que alguns poucos os chamassem de monstros (aqueles escolhidos, por eles, para virar fumaça e escurecer os céus daquela nação).&lt;br /&gt;Atualmente, nós os chamamos de monstros, loucos, animais. E a gente acha que tem esse direito. Mas nós não somos diferentes deles: nós também escolhemos os negros, homossexuais, deficientes, idosos e mulheres (só excluímos as crianças, por serem o “futuro da nação”, e os judeus, porque o judaísmo não está mais tão em voga).&lt;br /&gt;Nós também escolhemos os pobres, os não-cristãos, os presidiários, os latinos, os índios, entre outras minorias (não em quantidade, mas em sede de igualdade de direitos, direitos efetivados, e interesses distintos daqueles mantedores do status quo da sociedade) para serem segregados. E nós nos autodenominamos HUMANOS!&lt;br /&gt;Não há mais campos de concentração. Estes foram tomados por campos de SEGREGAÇÃO, construídos por nós, também em nome de uma ideologia da pureza e soberania racial, econômica, classista e de gênero. Hoje existem guetos, favelas, subúrbios, manicômios, presídios. E ainda assim, nós nos chamamos HUMANOS!&lt;br /&gt;Eis a questão: que tipo de humanos somos nós que apoiamos (por omissão ou comissão; direta ou indiretamente) o racismo, a homofobia, o preconceito em geral? Que tipo de humanos somos nós que construímos presídios e jogamos negros e pobres (em sua absurda maioria) lá, como quem joga dejetos na calçada (sempre à margem do principal) e, ainda, com a desculpa de querermos transformá-los em humanos? Nós que tratamos a união afetiva como uma sociedade de fato e não a aceitamos como uma sociedade de afeto. Que não permitimos a adoção de crianças por casais homossexuais. Que tratamos a mulher como o sexo frágil e, por isso, merecedora de submissão masculina. Nós que fazemos guerra em nome da paz (que paz?). Nós, os corruptos. Nós, os hipócritas!&lt;br /&gt;Nós não nos consideramos preconceituosos. Não até que a nossa filha traga pra casa o seu namorado, negro, ou que o nosso filho traga pra casa, simplesmente, o seu namorado. Nós não empregamos ex-presidiários. Nós criminalizamos os movimentos sociais. Nós não aceitamos o crime de estupro ser alegado por uma prostituta. Nós aplaudimos o BOPE e elegemos o Capitão Nascimento como herói da nação.&lt;br /&gt;Somos humanos, ou somos nazistas? A diferença é morfológica, gramatical, simbológica. Nós temos o direito de chamarmos os nazistas de monstros, nos dias de hoje? Não. Eu repito: não há diferença entre nós e eles. E se há, é uma questão de orgulho e bravura. Eles foram bravos o suficiente para se chamarem de nazistas e ter orgulho disso. E nós, nós não passamos de hipócritas que os condenamos por agirem como agimos hoje, por tratarem seus iguais com desumanidade.&lt;br /&gt;Hoje nós tememos a Terceira Guerra Mundial sem nos darmos conta que a Segunda nunca terminou.  &lt;strong&gt;“And we said NEVER AGAIN!!”&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-8218402684147412590?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/8218402684147412590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=8218402684147412590' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/8218402684147412590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/8218402684147412590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2010/06/we-said-never-again.html' title='&quot;We said NEVER AGAIN&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-1787067595628975514</id><published>2009-10-26T08:55:00.000-04:00</published><updated>2009-10-26T08:59:41.119-04:00</updated><title type='text'>"Muito prazer: me chamo Brasil"</title><content type='html'>O Brasil, país da desigualdade, vive desigualmente momentos de avanços iguais. Igual é queda do número de desempregados e o aumento da violência; enquanto uns lutam por emprego, outros, tão mortos de fome, lutam por um pedaço de grade para se amarrar e dormir,dentro de uma cela, tentando sobreviver a mais uma noite na prisão.&lt;br /&gt;“A crise é dos ricos”, disse o Presidente Lula no Fórum Social Mundial de 2009, em Belém-PA. Também são dos ricos os avanços científicos e tecnológicos que geram mais lucro pros seus bolsos e mais pobreza para suas cobaias. Crise essa que fez aparecer dinheiro, sabe-se lá de onde, para salvar os seus bancos e empresas privadas; geradores da crise.&lt;br /&gt;Fala-se em mandar ajuda aos povos africanos que morrem de Aids e de fome; esquece-se de salvar os cariocas do mosquito da dengue e os maranhenses e catarinense desabrigados pelas enchentes.&lt;br /&gt;Talvez, se se tratasse os iguais com igualdade e os desiguais com desigualdade, como já pregou Bobbio, as balanças econômica e social se equilibrassem. Mas como isso não acontece, todos são tratados com “igualdade”, haja vista ser um “mandamento constitucional”, e a desigualdade apenas se perpetua.&lt;br /&gt;E em meio a tudo isso, ainda se houve falar em direitos humanos. Mas de que humanos está se falando? De humanos demasiadamente humanos que tratam os seus iguais com desigual desumanidade e os deixam à margem da igualdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alanna Sousa Coolerman&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-1787067595628975514?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/1787067595628975514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=1787067595628975514' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/1787067595628975514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/1787067595628975514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/10/muito-prazer-me-chamo-brasil.html' title='&quot;Muito prazer: me chamo Brasil&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-5508698064419430907</id><published>2009-10-16T12:07:00.000-04:00</published><updated>2009-10-16T12:59:22.185-04:00</updated><title type='text'>"Ladies and Gentleman, welcome aboard"</title><content type='html'>E ela viajava em busca de um velho-novo. Chega, sozinha, ao aeroporto, lotado; vê gente. Tenta se encontrar no meio da multidão. Choque de culturas, línguas, interesses?!? Enquanto uns correm e imploram a atenção de famosos, ela ri da mediocridade, ou da facilidade de se fazer um brasileiro, feliz.&lt;br /&gt;Aguarda, sentada (quando dá) na sala de espera, também lotada. O vôo está atrasado: caos aéreo; tem mais avião voando do que nuvens enfeitando o céu. Quem mandou serem feitas de algodão? Os pilotos passam por cima.&lt;br /&gt;Chamada para embarque: a fila cresce, e ela vai caminhando para o seu portão enquanto ouve: “senhoras e senhores, chamamos para embarcar no Voo 123, com destino qualquer. Convidamos para embarcar primeiramente idosos, crianças, gestantes e pessoas com dificuldade de locomoção. Do meu lado direito, favor fazer fila as pessoas com assentos marcados de x a y. Ao meu lado esquerdo, favor fazer fila as pessoas com assentos marcados de y a z”. Fica na fila. Ticket: ok! “Faça uma boa viagem”.&lt;br /&gt;Chega no avião: rostos (des)conhecidos esperam, sentados. O corredor, apertado, vira passarela: políticos, modelos, músicos, artistas, “ordinary people”.&lt;br /&gt;Procura o assento e checa o bilhete para saber se é ela que ela está no lugar certo, ou se a pessoa sentada no seu suposto assento, é quem está errada. Já aconteceu de os números serem iguais?!?... culpa da aeromoça que disse que não precisava descer em uma CONEXÃO.&lt;br /&gt;Finalmente encontra o assento certo; às vezes, praticamente na cozinha – e pensa: “devia ter feito o check-in pela internet” -. Pelo menos está mais perto do banheiro. Torce para ainda ter espaço no compartimento de bagagem – e pensa: “para que eu trouxe tanta tralha?”.&lt;br /&gt;Hora de sentar: TENSÃO! a) se pegou o corredor: ótimo. O joelho corrompido pelos anos de judô e os kilos a mais, agradece; b) Janela: tem onde apoiar o pescoço, pode olhar o Cristo Redentor do alto e tentar descobrir se as nuvens são de fato “feitas de algodão”; c) Corredor: LASCOU! – e pensa, novamente: “por que raios eu não fiz a porcaria do check-in pela internet??”.&lt;br /&gt;Enfim, senta! Ajeita o assento, afivela o cinto e tira os fones do ouvido, só para evitar matar uma aeromoça “delicada” que não sabe como te acordar, no meio da viagem.&lt;br /&gt;Começa a aquela velha ladainha: “portas de emergência...; luzes ao chão...; máscaras cairão...”; e, finalmente, o triste “obrigado por escolher a nossa companhia aérea” (ok, o discurso muda, um pouco, de companhia para companhia, mas eu também não estou muito afim de fazer propaganda de graça). Como se a gente realmente tivesse muita opção para se escolher.&lt;br /&gt;Escolhe-se entre voar no horário mas voar apertado e comer barras de cereal com suco de laranja (para os de dieta) ou comer amendoim com Xingu (para os gordinhos); ou se estressar no check-in que foi encerrado 1hora antes do previsto - pelo simples fato da companhia ter vendido mais passagens do que assentos disponíveis no vôo, e tu, “perdeu, playboy”. Aguarda eles te encaixarem no próximo vôo e, se tiver saco, entra na justiça reclamando danos morais (já que no Brasil, tudo é motivo para entrar com ação com pedido de danos morais) -, voar atrasado, mas voar “pseudamente” menos apertado, e comer pão – de três dias – requentado, que pelo menos, enche mais e ajuda a enganar, melhor, as lombrigas.&lt;br /&gt;De repente: “tripulação, decolagem autorizada”. Faz o sinal da cruz 3xs (já nem sabe mais se por fé ou superstição), beija a tattoo do Cristo, na nuca, fecha os olhos para não sentir enjôo, e, finalmente, decola.&lt;br /&gt;Sempre dá a sorte de sentar perto de uma criança que tá aprendendo a falar, e por isso não cala a boca a viagem inteira; ou de um bebê que chora por não agüentar a pressão e sentir dor no ouvido; ou de um garoto que se acha a nova estrela do Rock com o seu novo violão, que foi, com muita dificuldade, acomodado em algum canto do avião, pela generosa aeromoça, e ainda fica olhando o visor do teu celular pra saber que música tu está escutando, só para puxar assunto.&lt;br /&gt;O sinal de afivelar cintos, é apagado: põe os fones de volta nos ouvidos e procura por assentos vazios para deitar e, com sorte, encontra (quando não voa, é claro, por aquela companhia lá de cima, que vende passagens a mais, atrasa vôos e causa “overbookings”).&lt;br /&gt;Quando finalmente deita, o avião começa a chacoalhar e o sinal de afivelar cintos é reaceso: “com sua atenção, senhoras e senhores: aqui é o comandante da cabine. Pedimos que afivelem os cintos, pois estamos atravessando uma área de instabilidade”. Aí ela pensa: “ou eu sento para colocar o cinto e tento dormir, sentada; ou finjo que não ouvi e continuo deitada”. Mas lembra de ter visto na TV, pessoas que arrebentaram o teto do avião (e a cabeça, por óbvio) por não estarem com o cinto afivelado e terem sido pegas de surpresa em uma turbulência com direito a vácuos no ar. Imediatamente ela senta e afivela o tal do cinto: “Ok. Durmo sentada para evitar dor de cabeça”. Assim que se senta, o sinal de afivelar cinto é novamente apagado. Deita. O sinal é reaceso: “atenção, tripulação, preparar para o pouso”.&lt;br /&gt;Finalmente, pousa. E escuta o velho discurso, inútil, de sempre: “Senhores passageiros, bem-vindos ao seu destino. Favor permanecerem sentados até que o aviso de afivelar cintos seja apagado. Lembramos que não é permitido fumar a bordo, e que o uso de aparelhos celulares só é permitido no saguão do aeroporto”. NINGUÉM OBEDECE! “Passageiros em trânsito para X, favor permanecer na aeronave. Passageiros com destino a essa localidade, favor desembarcar. Passageiros em conexão, favor desembarcar e aguardar informação no saguão”.&lt;br /&gt;Vai esperar a bagagem. A sua está vindo no ÚLTIMO carrinho – e pensa: “isso é que dá trazer uma mala tão grande. Bom, mas pelo menos não foi extraviada”.&lt;br /&gt;Chega ao saguão do aeroporto. Lá fora, ninguém lhe espera, a não ser o pobre e cansado taxista que mal abre os olhos por que passou a madrugada trabalhando, mas tem que trabalhar mais, por que, no fim das contas, “acaba a grana, mês ainda tem”.&lt;br /&gt;Em meio a tantas viagens, tanta gente, tantos transtornos, encontros e desencontros conclui que aquilo ali é a forma que ela tem de fugir da rotina; é a sua válvula de escape. Aonde vai leva um pouquinho de si e deixa por onde passar; traz de volta o mundo dos lugares e pessoas que conheceu. Talvez, perdida na multidão de muitos outros, se encontre, ou se perca de vez...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Alanna Sousa Coolerman&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-5508698064419430907?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/5508698064419430907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=5508698064419430907' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5508698064419430907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5508698064419430907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/10/ladies-and-gentleman-welcome-aboard.html' title='&quot;Ladies and Gentleman, welcome aboard&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-4091178007319568229</id><published>2009-08-05T16:34:00.000-04:00</published><updated>2009-08-05T16:35:36.982-04:00</updated><title type='text'>CRITICA DE ARIANO SUASSUNA SOBRE O FORRÓ ATUAL</title><content type='html'>"Tem rapariga aí? Se tem levante a mão!".&lt;br /&gt;A maioria das moças, levanta a mão.Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda (que se diz de forró) utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, de todas as bandas do gênero). As outras são "gaia", "cabaré", e bebida em geral, com ênfase na cachaça.  Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste pernambucano (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.O secretário de cultura Ariano Suassuna foi bastante criticado numa aula-espetáculo, no ano passado, por ter malhado uma música da Banda Calipso, que ele achava (deve continuar achando, claro) de mau gosto. Vai daí que mostraram a ele algumas letras das bandas de "forró", e Ariano exclamou: "Eita que é pior do que eu pensava". Do que ele, e muito mais gente jamais imaginou.Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicas bem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a dizer alguns títulos, vamos lá: Calcinha no chão (Caviar com Rapadura); Zé Priquito (Duquinha); Fiel à putaria (Felipão Forró Moral); Chefe do puteiro (Aviões do forró); Mulher roleira (Saia Rodada); Mulher roleira a resposta (Forró Real); Chico Rola (Bonde do Forró); Banho de língua (Solteirões do Forró); Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal); Dinheiro na mão; calcinha no chão (Saia Rodada); Sou viciado em putaria (Ferro na Boneca); Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró); Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró). Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.Porém a culpa desta "desculhambaçã o" não é exatamente das bandas ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo... E aí faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando- se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde. Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos alternativos de Belgrado, Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo.Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em popa!!!Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável, e merecedor de maior atenção.  Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!?!?!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é "E vou dá-lhe de cano de ferro!", alguma coisa está muito doente. &lt;br /&gt;Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos.Ariano Suassuna&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-4091178007319568229?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/4091178007319568229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=4091178007319568229' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/4091178007319568229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/4091178007319568229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/08/critica-de-ariano-suassuna-sobre-o.html' title='CRITICA DE ARIANO SUASSUNA SOBRE O FORRÓ ATUAL'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-5983932906380686984</id><published>2009-07-29T22:56:00.000-04:00</published><updated>2009-07-29T22:57:48.850-04:00</updated><title type='text'>Presentes do Presidente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acho que já deixei um pouco claro que eu não sou lá muito fã do nosso presidente. Eu bem que tento não falar muito dele, mas ele provoca, não tem jeito...&lt;br /&gt;Ultimamente o Lula anda muito presenteador. É incrível a “criatividade” desse cidadão para escolher presentes para figuras importantes do cenário da política internacional. Alguns dias atrás esse caro molusco ao se encontrar com o Presidente Norte-Americano Barack Obama, o presenteou como uma camisa da Seleção Brasileira de Futebol, autografada; o único “detalhe” é que a camisa era da Seleção da Copa de 2006 (sim, aquela em que o “dream team” perdeu vergonhosamente pra França. Sabe como é, né: estrelas sempre caem do céu, e as estrelas da seleção brasileiras me pareciam ser bem cadentes...) e grande parte dos jogadores que a assinaram, na época, já não mais representam nossa seleção nos dias atuais. Ou seja, a camisa ficou engavetada por dois anos até chegar nas mãos de Obama (para a infelicidade das traças e mofos) que de tão “feliz” que deve ter ficado com tamanho presente, é capaz de dormir com ela.&lt;br /&gt;Não bastasse essa ratada, hoje Lula voltou a pisar na bola, LITERALMENTE: ao se encontrar, no palácio do Itamaraty ,com o Presidente Nigeriano Umaru Yar´Ardua, Lula o brindou com uma bola de futebol autografada por ninguém mais, ninguém menos que PELÉ. Tudo bem, Pelé é até hoje considerado o Rei do Futebol Mundial, mas foi também protagonista de uma das maiores cenas de racismo talvez já vista na TV, quando o mesmo negou a paternidade de sua filha, bem como se recusou a entrar com ela na igreja no dia de seu casamento. O motivo? A cor de sua pele (“coincidentemente” da mesma cor, NEGRA, que ele, seu PAI). Resumindo: Para um Presidente negro, de uma nação predominantemente negra, receber uma bola de futebol autografa pelo Rei do racismo é realmente um presente e tanto (de Grego, eu diria...). E depois ainda tem quem reclame que o Brasil só é reconhecido mundialmente pelo futebol, carnaval, louras geladas e morenas “bundudas”, não é isso, grande DaMatta??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alanna Sousa Coolerman&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-5983932906380686984?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/5983932906380686984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=5983932906380686984' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5983932906380686984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5983932906380686984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/07/presentes-do-presidente.html' title='Presentes do Presidente'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-2887858863050899603</id><published>2009-07-24T10:59:00.000-04:00</published><updated>2009-07-25T23:02:50.964-04:00</updated><title type='text'>"Falou o Presidente..."</title><content type='html'>Foi divulgada essa semana uma entrevista em que o nosso caro e pomposo Presidente Lula comenta as escutas telefônicas do Sarney; o mesmo pareceu irritado com as denúncias e os (pré)julgamentos feitos não só pela sociedade como também por políticos e parlamentares, tendo em vista que tais denúncias estão sendo feitas baseadas “apenas” em grampos telefônicos. Para Lula, “Não podemos tratar tudo como se fosse crime de pena de morte”. Ainda na mesma entrevista, o mesmo continuou afirmando que “É preciso saber o tamanho do crime. Uma coisa é você matar, outra coisa é você roubar, outra coisa é você pedir emprego, outra é fazer lobby. Tem que fazer as investigações corretas”.&lt;br /&gt;É perceptível aqui a grandiosidade do problema que o Brasil alcançou, quando ouvimos o próprio chefe de nosso Estado falar tamanha barbaridade para todo o país ouvir. Percebe-se mais uma vez uma grande inversão de valores na nossa sociedade, onde os crimes de colarinho branco (atos secretos, lobbys, lavagem de dinheiro etc) passam desapercebido na grande maioria das vezes e, quando são divulgados e criticados, parecem ter o apoio de nosso presidente. Ora, meu caro Molusco, não há dúvidas de que todo crime deve ser julgado antes de condenado; isso é princípio processual. O que não entendo é o porquê de tal princípio só ser “clamado” quando o réu é um velho, branco, barbudo e rico (à custa do pobre povo maranhense). O mesmo não ocorre com o preto e o pobre.&lt;br /&gt;Nossos valores foram invertidos; agigantamos o problema da violência urbana em prol da minimização dos crimes de colarinho branco, sem nos dar conta da relação mútua entre um e outro. O Lula fala em roubo e homicídio como grandes bestas-feras (e propõe a pena de morte como solução) enquanto que trata o lobby como um crime qualquer. O problema talvez esteja na mania que temos de culpar sempre o elo mais fraco da relação. Como diria uma ex-Profa. minha, quando se trata de violência, temos o costume de ligar tal palavra com sangue ou algo do tipo. Lesão corporal se resume à cortes de faca e perfurações à bala. Mas não seriam lesões corporais, por parte do Estado, não prover alimentação e moradia ao seu povo? O corpo de uma criança que bebe, toma banho e pisa em água contaminada por falta de saneamento básico não seria um tipo de lesão corporal? E não seriam esses tipos de crimes, merecedores de uma pena de morte (caso a mesma viesse a fazer, de alguma forma, sentido?) E de quem é a culpa? Não seriam, também, de nossos governantes que desviam dinheiro público para contratar parentes e empregadas domésticas e “conselheiros espirituais” com salários de R$ 8.000,00?&lt;br /&gt;O que falta para o Brasil crescer é saber pôr cada coisa em seu devido lugar, é o povo se levantar e lutar pelo o que é seu de direito. Não basta votar (e até votos estão sendo desrespeitados), mas saber brigar pelo seu voto. É não tapar os olhos para certos crimes e abrir a boca apenas pra reproduzir o discurso do senso comum. É saber ser cidadão de direitos muito mais que somente nos dias de eleição.&lt;br /&gt;Espero que todos esses vexames transformados em denúncias dêem algum resultado; que não sejam ofuscados por escândalos da vida pessoal de um político, mas que seja levado em conta o escândalo de sua vida pública para com o seu povo; que não seja esquecido pela ansiedade de uma copa do mundo ou por números falaciosos jogados na mídia. Que a justiça seja feita de maneira realmente justa, não só com crimes políticos, mas, e principalmente, com os crimes de violência urbana, cujo tratamento costuma ser desigual. Quanto ao pronunciamento do nosso Presidente, eu só tenho a lamentar... tanto quanto tudo o mais que ele costuma dizer e fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alanna Yara Sousa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-2887858863050899603?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/2887858863050899603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=2887858863050899603' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/2887858863050899603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/2887858863050899603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/07/falou-o-presidente.html' title='&quot;Falou o Presidente...&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-662438880045901441</id><published>2009-07-21T12:27:00.001-04:00</published><updated>2009-07-23T16:21:01.190-04:00</updated><title type='text'>"Onde é que eu troco de canal?"</title><content type='html'>Sabe todos aqueles livros e filmes que você assistiu e leu na infância? Possivelmente os gostos não mudaram. Tudo depende do humor e/ou da companhia: dias frios: cabe um bom romance ao lado da pessoa querida; dias quentes: que tal um pouco mais de ação? Dias aziados: uma boa comédia romântica cai bem; dias de chuva: filmes de terror com a galera!&lt;br /&gt;Enfim, são vários os gostos, várias as ocasiões: o melhor de tudo, é que caso você não goste, basta sair da sala de cinema, ou mesmo mudar o canal; afinal de contas, pra isso que inventaram o tal do controle remoto. Mas e quando não dá pra mudar de canal?? E quando todos esses estilos se juntam, se transformam em um só e decidem fazer parte da tua vida real? Well, “welcome to MY life”.&lt;br /&gt;De repente, em questão de meses, eu vejo toda a minha vida virar de cabeça pra baixo, e começo a viver todas as histórias que já li/assisti durante essa minha passagem terrena (que não é nada, não é nada, mas já são quase 21 anos sobrevivendo à tudo e todos...). De repente, não mais que de repente, familiares são baleados debaixo do teu nariz e tudo que tu podes fazer é chorar; teu namoro que começou feito um conto de fadas, acaba feito novela das 8 ("absurdamente") e tu te apaixona por quem tu menos espera, faltando 11 dias pra tu te mudar para o outro lado do Brasil  e tentar (re)começar o que se chama de vida; e falando em vida, pra terminar de lascar, tu descobre que a tua, bem como daqueles que tu mais ama, tá em risco. O que fazer então??&lt;br /&gt;Contando, ninguém acredita. Queria eu poder encher esse post com a riqueza de detalhes que essa minha história da vida real (que um dia eu espero se transformar em estória – e não se espantem se um dia eu escrevê-la e publicá-la) me permite ter. Mas não, isso não é possível, pelo menos não agora. Por enquanto, tudo o que posso fazer é escrever esse pouco pra tentar tirar da minha cabeça, pelo menos 1kg da tonelada de preocupação e angústia que tem me afligido e me tirado o sono. Quisera eu ter a tal “penseira” do mago Dumbledore, pra poder guardar certas memórias em uma estante; exceto pelo fato de que certas coisas, eu nunca guardaria.&lt;br /&gt;Ao fim e ao cabo, só peço à Deus que, já que ele me deu essa “bendita TV à cabo” com diversos canais; que me dê de brinde, ao menos um controle remoto (de preferência, estilo “click”) pra que eu possa, no mínimo, escolher assistir um canal por vez. E que assim seja feito, Amém!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-662438880045901441?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/662438880045901441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=662438880045901441' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/662438880045901441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/662438880045901441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/07/onde-e-que-troco-de-canal.html' title='&quot;Onde é que eu troco de canal?&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-2783954481246893744</id><published>2009-05-02T18:01:00.000-04:00</published><updated>2009-05-02T18:07:30.472-04:00</updated><title type='text'>LUTO[3]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Morreu na madrugada desta sábado (2) o diretor teatral, dramaturgo e ensaísta Augusto Boal. Segundo informações de parentes, ele estava internado no Centro de Tratamento Intensivo do Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. Boal tinha 78 anos e sofria de leucemia.&lt;br /&gt;Boal foi fundador do Teatro do Oprimido. Em março de 2009, Boal foi nomeado pela Unesco embaixador mundial do teatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo informações do hospital, o diretor foi internado no dia 28 de abril, com quadro de infecção respiratória. O motivo de sua morte, de acordo com o hospital, foi insuficiência respiratória. Ele morreu por volta de 2h40 deste sábado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boal foi uma das grandes figuras do teatro contemporâneo. Formado em química, estudou dramaturgia em Columbia, Nova York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o amigo do dramaturgo e também diretor teatral Aderbal Freire Filho, o corpo de Boal foi velado até 17h na capela do Hospital Samaritano. O corpo será cremado no domingo (3) no Cemitério do Caju.&lt;br /&gt;Ainda de acordo com Aderbal, no dia do teatro Boal foi convidado a fazer um pronunciamento na sede da Unesco, como representante da classe teatral. O diretor já teria ido debilitado e voltou pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1106692-7084,00-AUGUSTO+BOAL+DIRIGIU+NARA+LEAO+E+MARIA+BETHANIA+NO+TEATRO.html"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Um dos mais importantes dramaturgos brasileiros&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;, Augusto Boal nasceu no Rio de Janeiro, em 16 de março de 1931. Ganhou notoriedade com seu Teatro do Oprimido, cuja proposta era transformar o espectador em elemento ativo do espetáculo. Segundo ele próprio, conceito que ensinava "as pessoas a se inserirem na sociedade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta Ferreira Gullart destacou a importância do diretor: “Boal foi um dos criadores do teatro moderno brasileiro. Eu to falando do teatro moderno tendo como marco o Teatro de Arena. O Teatro de Arena inicia uma nova etapa do teatro brasileiro caracterizado pelo engajamento político, pela busca de expressar os anseios e o inconformismo do povo, do trabalhador e da juventude, sempre por uma perspectiva de engajamento de luta e transformação da sociedade. O Boal encarou isso e a vida inteira foi um batalhador nessa ação. Ele foi um diretor de teatro excelente. Lembro na inauguração do Grupo Opinião, ele foi chamado por nós pra dirigir o show Opinião. O show se tornou um exemplo de um novo teatro musical. Era um companheiro, um amigo muito legal e uma figura humana admirável.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;É nessas horas que eu concordo, com toda a devida vênia, com o grande Amilton Bueno de Carvalho quando diz que "Deus não é nada Democrático". =//&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;"Where do all the good people go??" (JacK Johnson)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;Notícia extraída de: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1106656-5606,00-MORRE+NO+RIO+DIRETOR+E+DRAMATURGO+AUGUSTO+BOAL.html"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1106656-5606,00-MORRE+NO+RIO+DIRETOR+E+DRAMATURGO+AUGUSTO+BOAL.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-2783954481246893744?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/2783954481246893744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=2783954481246893744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/2783954481246893744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/2783954481246893744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/05/luto3.html' title='LUTO[3]'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-3378647404210917128</id><published>2009-04-25T23:20:00.000-04:00</published><updated>2009-04-25T23:23:16.437-04:00</updated><title type='text'>Viva o "Vossa Excelência"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Essa semana o Brasil presenciou uma cena que tem se tornado bem comum no cenário do STF. Uma discussão bastante belicosa entre dois Ministros do Supremo trouxe à tona um ponto de reflexão a nós cidadãos brasileiros: qual a imagem que se pode ter do maior Tribunal de Justiça da Nação?&lt;br /&gt;De um lado da discussão se viu o atual Ministro do Supremo, Gilmar Mendes – jurista esse de integridade questionável e de merecimento do atual cargo mais questionável ainda, cujos discursos costumam ser pobres e falhos, como foi a sua palestra aqui em São Luis sobre o Sistema Prisional Brasileiro. Para quem não se lembra, o Excelentíssimo Ministro foi quem mandou soltar Daniel Dantas sobre a justificativa de que não haviam provas do cometimento de algum crime pelo mesmo, mesmo depois de ter ido ao ar, pelo Jornal Nacional, uma reportagem que mostrava a gravação de uma conversa em que Dantas tentava subornar com 1 milhão de reais, um Delegado Federal.&lt;br /&gt;Do outro lado do “circo judiciário” se encontrava o Ministro Joaquim Barbosa – o único Ministro negro do País, cuja Revista Veja tratou de intitular como sendo um “negro de alma branca” devido aos seus hobbys e costumes, bem como a sua formação intelectual e a capacidade de aprender novos idiomas. O Ministro Joaquim também ficou conhecido por ser considerado um “jurista de peito”, por ter sido o autor das denúncias do escândalo do tão famoso mensalão, dentre outros assuntos polêmicos que o pôs na mídia.&lt;br /&gt;A discussão que se mostrou de cunho completamente pessoal, gerou um clima de tensão na Suprema Corte e foi alvo de várias críticas, depois de ser divulgadas pelos veículos informativos existentes. Ali, Joaquim Barbosa fez uma séria acusação contra o Presidente do Supremo; o de não ser um Ministro digno de seu cargo e o de estar difamando a imagem do Judiciário brasileiro.&lt;br /&gt;Verdades à parte, o que realmente me entristece nisso tudo é a repercussão que um espetáculo desses acaba por gerar. Ora, se um próprio colega de trabalho é capaz de fazer tais afirmações em pleno julgamento, que podemos nós, pobres e leigos cidadãos, pensar e esperar da nossa justiça? Como pode tal órgão ter credibilidade entre o seu povo, se os nossos juristas não nos passam segurança?&lt;br /&gt;Eu, particularmente, acho que apesar de não ter passado da mais pura verdade tudo aquilo que foi falado pelo Barbosa, não creio que ele tenha escolhido um bom lugar para tratar de assuntos pessoais; sim, pessoais, pois que todas as palavras desferidas contra o Gilmar o alfinetavam pessoalmente, e não como Ministro em si. A partir do momento em que se fala mal do Presidente do Supremo, se está diretamente falando mal da Suprema Corte, e isso é preocupante. Além do mais, tenho sérias dúvidas se essa situação não foi causada pelo Barbosa com intenções de se auto-afirmar como um “Jurista de peito”, revelado pela mídia.&lt;br /&gt;Mas o melhor de tudo, foi ver como são classudos os nossos Ministros. Apesar da tensão entre eles, o “Vossa Excelência” em nenhum momento deixou de ser utilizado, mesmo quando para difamar um colega de trabalho e uma figura importante do cenário jurídico-político nacional.&lt;br /&gt;Como já disse uma vez: é nessas horas que eu teria orgulho de vestir a camisa Argentina!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Alanna Sousa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Link do vídeo da discussão: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1011207-7823-GILMAR+MENDES+BATE+BOCA+COM+O+MINISTRO+JOAQUIM+BARBOSA,00.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-3378647404210917128?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/3378647404210917128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=3378647404210917128' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3378647404210917128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3378647404210917128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/04/viva-o-vossa-excelencia.html' title='Viva o &quot;Vossa Excelência&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-3585417368700140383</id><published>2009-03-29T22:49:00.000-04:00</published><updated>2009-03-29T23:24:54.601-04:00</updated><title type='text'>Lombroso não morreu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;" Duzentos jovens em idade escolar, alguns com apenas 13 anos, foram classificados como potenciais terroristas pela polícia britânica, informa o jornal “The Independent”. A identificação foi feita por um programa que procura adolescentes “vulneráveis” à radicalização islâmica."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais de cem anos após a sua morte e a criação de um paradigma etiológico que identificava o criminoso como sendo um ser patoligacamente determinado a cometer delitos, a "Teoria Lombrosiana" continua a aterrorizar e a ser divulgada pela mídia sensacionalista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Percebemos nesse pequeno trecho da reportagem do jornal britânico, que tal idéia, ao contrário do seu criador, está mais viva do que nunca. Ainda tem gente que pensa ser capaz de adivinhar a "periculosidade" de alguém - e nesse caso estamos tratando de jovens adolescentes que talvez ainda nem tenha atingido a puberdade - por meio de "sintomas" sócio-culturais (ou seriam sócio-raciais/etno-sociais?).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A reportagem segue dizendo que "O trabalho é focado em comunidades muçulmanas. Quando o jovem é identificado como potencial terrorista, ele é submetido a um programa de conscientização, que inclui conversas com os pais, líderes religiosos e com a própria polícia.&lt;br /&gt;Bettison diz que o programa não criminaliza os adolescentes." Ou seja, aqueles jovens mulçumanos que "aparentam" e demonstram um certo "repudio" aos países ocidentais, são considerados vulneráveis e passíveis de integração à grupos terroristas. Sendo assim, escolhe-se uma etnia, uma religião e uma faixa etária para etiquetar como sendo "periculosa" e que, portanto, necessita ser tratada através de "medidas de segurança." E ainda afirmam não estarem criminalizando esses jovens.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Questiono então como é possível que um país integrante da ONU e tão frequentemente debatedor dos Direito Humanos, pode escolher tal etnia para etiquetar com tamanha acusação, ao invés de fazerem tal trabalho com jovens estado-unidenses que desde que nascem são submetidos a lavagens cerebrais que os fazem crer que se deve lutar a qualquer custo pela defesa de uma bandeira que está pendurada em sua janela; mesmo quando o custo de tal defesa se refira a vida de outros jovens inocentes  iraquianos que têm a sua vida tirada e sua fé religiosa desrespeitada, tudo por ganância, mas sobre a "justificada" desculpa de se estar apenas "protegendo" o mundo de fanáticos religiosos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resumo da ópera: os jovens britânicos de etnia mulçumana perderam a sua liberdade de expressão, pois o fato de não concordarem com certas atitudes tomadas por líderes ocidentais, pode ser considerado uma forte propensão à atitudes terroristas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só não entendi muito bem de que tipo de terrorismo estamos  tratando, e quem é ,de fato o verdadeiro inimigo que deve ser combatido. Mas agradeço à Deus de não ter nascido no País&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;de Vossa Altíssima Realeza e de só ter herdado de meus descendentes àrabes, o tamanho do nariz; porque se a moda pegar e o nosso Presidente-marisco resolver imitar a graça britânica, podem ter certeza de que eu farei parte desse grupo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E quando eu penso que já vi de tudo...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Reportagem completa: &lt;a href="http://imirante.globo.com/noticias/pagina195055.shtml"&gt;http://imirante.globo.com/noticias/pagina195055.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-3585417368700140383?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/3585417368700140383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=3585417368700140383' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3585417368700140383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3585417368700140383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/03/lombroso-nao-morreu.html' title='Lombroso não morreu'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-5507806751009733092</id><published>2009-03-18T23:10:00.000-04:00</published><updated>2009-03-18T23:12:00.600-04:00</updated><title type='text'>O que o Mastercard não paga!</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffff00;"&gt;&lt;br /&gt;*Bicicleta Caloy: R$200,00;&lt;br /&gt;* “Vida” de um detento dentro da Penitenciária de Pedrinhas: R$ 500,00;&lt;br /&gt;* “Vida” de um ser-humano: NÃO TEM PREÇO.&lt;br /&gt;Para todas as outras coisas existe, Mastercard, Visa, Hipercard, Fininvest, Cheque Especial, Conta Universitária etc...&lt;br /&gt;No mundo neo-liberal, capitalista e globalizado em que vivemos, é comum se colocar preço em tudo que vemos. Também é natural querermos o tênis, a roupa, o celular, ou seja lá o que estiver na moda. Nossos olhos gordos - alimentados pela lavagem cerebral do mass media (mídia em massa) diário a que nos submetem os jornais, a TV, os rádios e a internet - não nos livram o bolso de nos enforcarmos com as milhares de prestações que nos concebem as lojas, ou o pagamento mínimo que os cartões de crédito nos permitem pagar. Mas e quando o dinheiro não dá pra pagar nem uma parcela ou mesmo o mínimo do cartão? Alguns se conformam com a idéia de não ter o objeto desejado; outros apelam para meios ilícitos de adquiri-los, quais sejam o furto, o roubo, o latrocínio, o tráfico etc.&lt;br /&gt;Assim o fez Maycon Viegas de 18 anos de idade, que após furtar (o furto se difere do roubo pela ausência de violência na ação delitiva) uma bicicleta, foi preso e encarcerado nas dependências do Presídio de Pedrinhas. Lá, Maycon se deparou com um outro questionamento: quanto vale a vida humana? “Aqui, a minha vale R$500,00”, escreveu ele em uma carta endereçada aos pais. Esse valor era destinado ao pagamento do “seguro” a que se submetem os presos recém chegados ao Complexo de Pedrinhas. Aquele que não paga, é morto; como Maycon não conseguiu o dinheiro a tempo, acabou perdendo a vida nas mãos de tantos outros miseráveis que ali se encontram, muita das vezes,  por receberem o estigma de criminoso.&lt;br /&gt;Não estou defendendo, muito menos negando a criminalidade. Estou apenas alertando para a inflação do índice de criminalização a que os sistemas de punição informais (igrejas, escolas, família, mídia etc) submetem os seres desprezíveis e vulneráveis da nossa sociedade de políticos corruptos. Questiono-me sobre a real (in)efetividade da prisão como caráter re-educativo ou re-socializador da pessoa humana. Mas como se re-socializar alguém que nunca foi socializado, que nunca fez parte de sociedade que o julga e o condena sem lhe deixar espaço para o contraditório e a ampla defesa? Como tratar um humano a quem nunca fora oferecidos subsídios suficientes para viver como tal? O que se pode esperar de alguém que é tratado de uma forma sub-humana, por meios de métodos Ludovicos  que nunca deram certo?&lt;br /&gt;A mídia enfatizou essa notícia na segunda-feira que se passou. Muitos se disseram estarrecidos com o fato; outros deram “graças a Deus”; afinal de contas, “é menos um bandido no mundo” e “menos um ocupando espaço na cela”. O que a mídia não questiona nem alerta é sobre as mazelas que a lavagem cerebral comercial que ela nos proporciona. No fim do mês “as pessoas estão condenadas à insônia pela, pela ânsia de comprar e pela angústia de pagar.” (GALEANO, 2007, p. 259). Sendo assim, aqueles que não podem adquirir os bens que a mídia mostra ser “imprescindíveis” acabam tendo que apelar para outros meios de aquisição, que não aquele “laboral”. Por causa disso, pagam um preço maior do que o valor do objeto furtado, e maior que o bolso pode pagar. Isso a mídia não divulga e a polícia não fala.&lt;br /&gt;A morte Maycon Viegas nos faz refletir quanto vale a nossa vida. A bem da verdade, cada um tem seu preço. Se não tem um preço (monetário), tem pelo menos um valor (podendo este ser sentimental, afetivo, psicológico etc). Fato é que no fim das contas, somos rotulados e sobre os nossos rótulos recaem, conseqüentemente, o nosso valor. Assim, o valor daquele estigmatizado pela sociedade como criminoso, como não humano, era de apenas R$ 500,00 reais; morto por seus próprios “colegas” de pobreza, que “às vezes matam, por encomenda, outros meninos tão mortos de fome quanto eles. Pobres contra pobres, como de costume: a pobreza é um cobertor muito curto e cada qual puxa para um lado.” (GALEANO, 2007, p. 91).&lt;br /&gt;Como diria Humberto Gessinger: “o preço que se paga, às vezes é alto demais.”; principalmente quando não se tem dinheiro para pagar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffff00;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffff00;"&gt;Alanna Sousa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-5507806751009733092?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/5507806751009733092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=5507806751009733092' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5507806751009733092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5507806751009733092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/03/o-que-o-mastercard-nao-paga.html' title='O que o Mastercard não paga!'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-4655776730108852593</id><published>2009-03-12T21:02:00.000-04:00</published><updated>2009-03-12T21:20:46.899-04:00</updated><title type='text'>"Quando Nietzsche chorou"</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/SbmzT1thZSI/AAAAAAAAAAw/VEz-sVAe36E/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312474388877108514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/SbmzT1thZSI/AAAAAAAAAAw/VEz-sVAe36E/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;INDICAÇÃO:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pra quem tá afim de ler algo bem distráido, segue aí a dica: "Quando Nietzsche chorou" do autor, psicoterapeuta e prof. de Psicotarapia Irvin D. Yalom,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;o livro é uma mistura de realidade e ficção. Romance que fala sobre um médico renomado de Veneza que é incubido da missão de "salvar a vida" de quem se tornou, cem ano depois, um dos maiores filósofos que o mundo já conheceu: Friederich Nietzsche. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após algumas conversas (hoje denominadas de sessões psicoterapeuticas ou psiquiatricas), Dr. Breuer vê o seu feitiço (de persuadir Nietzsche a se abrir), se virar contra o feitiçeiro, e é ele, o médico, quem acaba percebendo a necessidade que tinha de se abrir, de "limpar a chaminé" e descobrir que precisava tanto de ajudar quanto de ser ajudado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O livro nos faz refletir sobre quem somos, o que somos e por que somos; numa mistura de religião, ceticismo e psicologia. Contém passagens reais de cartas escritas e recebidas por Nietzsche durante sua vida. Faz também menção da carreira de Freud, que foi amigo do personagem de Breuer, como psiquiatra e "desvendador de sonhos".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vale a pena ler e refletir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;;)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"torna-te quem tu és"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-4655776730108852593?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/4655776730108852593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=4655776730108852593' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/4655776730108852593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/4655776730108852593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/03/quando-nietzsche-chorou.html' title='&quot;Quando Nietzsche chorou&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/SbmzT1thZSI/AAAAAAAAAAw/VEz-sVAe36E/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-481696310701468388</id><published>2009-03-08T20:52:00.000-04:00</published><updated>2009-03-08T20:53:09.404-04:00</updated><title type='text'>Fórum Social Mundial (por Augusto Boal)</title><content type='html'>&lt;p&gt;A mídia costuma publicar só o que é espetacular, sensacional, mesmoque tenha que esconder a verdade. Hoje, fala-se mais da cor da pele deBarrack Obama do que do seu projeto político, como ontem falou-se mais dosseios da Carla Bruni do que das idéias direitistas do seu marido Sarkosy.A mídia tem dono, e reflete as opiniões do seu proprietário: o FórumSocial Mundial não tem dono, e deve refletir as nossas.Foro, Fórum, significa etimologicamente a praça pública, onde sepode discutir livremente. Este nosso Foro é mundial e deve, portanto,discutir os assuntos do mundo.Temos que saudar o fim da era Bush e seus parceiros, mas ficaratentos à nova era que começa. Aplaudir os primeiros atos de Barrack Obama,mas analisá-los com cuidado. Aplaudir sua decisão de fechar Guantânamo, maslembrar que isso não basta: é necessário restituir Guantânamo ao seulegítimo dono, que é o povo cubano. Aplaudir a ordem de acabar com atortura, mas lamentar que os torturadores não sejam punidos por esse crimede lesa-humanidade e continuem nos seus postos de comando. Aplaudir o desejodo novo presidente em dialogar com todos os países, mas explicar que nãoqueremos, como ele promete ou ameaça, não queremos ver o seu país liderandoo mundo - essa tarefa não compete nem aos Estados Unidos nem ao Paraguai,mas sim à Organização das Nações Unidas que para isso foi criada e tantasvezes tem sido desrespeitada pelo país de Barrack Obama.O Fórum é social, e temos que falar do genocídio dos palestinos.Temos que separar, de um lado, o cruel governo de Israel e, de outro, ascentenas de milhares de judeus que com ele não concordam. Não devemoscometer a injustiça que se fez com os alemães, pensando que todos fossemnazistas, quando muitos morreram lutando contra Hitler e seus asseclas.Milhares de judeus, dentro e fora de Israel, condenam e seenvergonham do que fez e faz o seu governo, que representa tão somenteaqueles que o elegeram, mas não o judaismo. Dentro de Israel existemorganizações como a dos Combatentes Pela Paz, de Chen Allon, que condenam ainvasão e denunciam seus crimes. Tenho orgulho em dizer que, para isso, usamo Teatro do Oprimido entre outras formas de combate.No Oriente Médio já se inverteu a distribuição de papéis: se, ontem,Israel foi o pequenino David, hoje é o gigante Golias, filisteu. O novoGolias, apoiado pelos Estados Unidos, em 22 dias matou mais de 300 criançase centenas mulheres e homens, civis ou combatentes. Eu chorei vendo afotografia de um menino, um pequenino David palestino, jogando pedras contraum tanque de guerra. Se a lenda de David e Golias, ontem, foi apenas lenda,a história de Golias e David, hoje, é triste realidade: os 1.300 mortosainda estão sendo retirados dos escombros, sem as solenes pompas fúnebresdos 13 soldados israelis. O Fórum e o mundo não podem esquecer esse crimeantes mesmo que sejam enterradas suas vítimas.Nosso Fórum é pluralista, e deve se manifestar contra o colonialismoitaliano que ofende a nossa soberania, que tenta interferir nas decisões danossa Justiça, como está sendo o caso da concessão de asilo a CesareBattisti. Existe uma lei brasileira que proibe a extradição de pessoascondenadas em seus países à pena de morte ou à prisão perpétua. É este ocaso, é esta a lei! O ministro Tarso Genro apenas cumpriu a lei - a leibrasileira. O presidente Lula foi claro explicando aos italianos as sólidasbases da nossa decisão, mas parece que eles não entenderam, nem disso sãocapazes. Por quê?A Itália, que foi o berço do fascismo e deveria ser também a suasepultura, mostra agora que a ideologia colonialista ainda está viva epretende anular decisões soberanas do Brasil, invadindo o nosso Judiciário equerendo nos ensinar a diplomacia da obediência e da submissão. Temos querepudiar essa ofensa e libertar o prisioneiro!Nosso Fórum é social, e a economia também. A maioria dos países queestão em crise, ou dela se aproximam, sempre disseram não ter dinheiro paramelhorar a Educação, a Saúde, a Previdência Social. De repente, parasocorrer seguradoras, bancos e montadoras, esses governos descobriram quetinham bilhões e trilhões de dólares, euros, iens e libras. Nosso Fórum tema obrigação moral de interrogar os senhores da Davos: de onde veio essedinheiro? Quem os escondia? Quanto sobrou? Onde estão?O nosso Fórum Social também é brasileiro e é camponês: devemossaudar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MST, que é o maisdemocrático e bem organizado movimento de massas que o Brasil já teve, e quecompleta agora 25 de lutas pela terra, luta que continua.O Fórum Social Mundial não é daqueles que dizem *Hay Gobierno? SoyContra*, e porque assim não é, deve se alegrar em receber tantos presidentesde tantas Repúblicas sulamericanas juntos neste evento: Evo, Correa,Kirchner, Chavez, Lugo e Lula. Nunca se viu fraternidade igual. Queremosagora ver os resultados concretos dessa irmandade.Devemos, muito cordialmente, lembrar aos nossos presidentes que aPolítica não é a arte de fazer o que é possível fazer, mas sim *a arte detornar possível o que é necessário fazer!*Caminhar não é fácil! As sociedades se movem pelo confronto deforças, não pelo bom senso e justiça. Temos que avançar e, a cada avanço,avançar mais, na tentativa de humanizar a Humanidade. Não existe portoseguro neste mundo, porque todos os portos estão em alto mar e o nosso naviotem leme, não tem âncoras. Navegar é preciso, e viver ainda mais preciso é,porque navegar é viver, viver é navegar!Eu sou homem de teatro e não posso deixar de falar de Arte e Culturaquando falo de Política, porque a Política é uma Arte que a Cultura produz.Temo que, mesmo entre nós, muita gente ainda pense em arte comoadorno, e nós dizemos: não é! A Palavra não é absoluta, Som não é ruído, eas Imagens falam. São esses os três caminhos reais da Estética para oentendimento: a palavra, o som e a imagem. São também os canais de dominaçãopois estão os três nas mãos dos opressores, não dos oprimidos: a Palavra dosjornais, o Som das rádios, as Imagens da TV e do cinema estadunidense,dominam nossos meios de comunicação e invadem nossos cérebros com seupensamente único, seus projetos imperiais e suas mercadorias.Acabou-se o tempo da inocência... o tempo da contemplação já não émais. Temos que agir!Palavra, imagem e som, que hoje são canais de opressão, devem serconquistados pelos oprimidos como formas de libertação. Não basta consumirCultura: é necessário produzi-la. Não basta gozar arte: necessário é serartista! Não basta produzir idéias: necessário é transformá-las em atossociais, concretos e continuados.A Estética é um instrumento de libertação.Eu felicito o nosso Ministério da Cultura pela criação de mais demil Pontos de Cultura no Brasil inteiro, onde o povo tem acesso não só àCultura alheia, mas aos meios de produzir sua própria Cultura semservilismos, sua Arte sem modismos, porque entendemos que Arte e Cultura sãoformas de combate tão importantes como a ocupação de terras improdutivas e aorganização política solidária.Sonho com o dia em que no Brasil inteiro, e no inteiro mundo, haveráem cada cidade, em cada povoado ou vilarejo, um Ponto de Cultura onde acidadania possa criar e se expressar pela arte, afim de compreender melhor arealidade que deve transformar. Nesse dia, finalmente, terá nascido aDemocracia que, hoje, só existe em Fóruns como este!Ser cidadão, meus companheiros, não é viver em sociedade: étransformar a sociedade em que se vive!Com a cabeça nas alturas, os pés no chão, e mãos à obra!Muito obrigado."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Augusto Boal&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-481696310701468388?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/481696310701468388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=481696310701468388' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/481696310701468388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/481696310701468388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/03/forum-social-mundial-por-augusto-boal.html' title='Fórum Social Mundial (por Augusto Boal)'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-4042768936073900138</id><published>2009-03-06T07:19:00.000-04:00</published><updated>2009-03-06T07:29:11.677-04:00</updated><title type='text'>BBB: A "Baixaria Brega do Brasil", por Miguel Reale Júnior.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/SbEI_LGUs6I/AAAAAAAAAAo/eDA9a3RKOxo/s1600-h/BBB.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310035317050618786" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/SbEI_LGUs6I/AAAAAAAAAAo/eDA9a3RKOxo/s320/BBB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para pensar e refletir...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Programas como Big Brother indicam a completa perda do pudor, ausência de noção do que cabe permanecer entre quatro paredes. Desfazer-se a diferença entre o que deve ser exibido e o que deve ser ocultado. Assim, expõe-se ao grande público a realidade íntima das pessoas por meios virtuais, com absoluto desvelamento das zonas de exclusividade. A privacidade passa a ser vivida no espaço público.&lt;br /&gt;O Big Brother Brasil, a Baixaria Brega do Brasil, faz de todos os telespectadores voyeurs de cenas protagonizadas na realidade de uma casa ocupada por pessoas que expõem publicamente suas zonas de vida mais íntima, em busca de dinheiro e sucesso. Tentei acompanhar o programa. Suportei apenas dez minutos: o suficiente para notar que estes violadores da própria privacidade falam em péssimo português obviedades com pretenso ar pascaliano, com jeito ansioso de serem engraçadamente profundos.&lt;br /&gt;Mas o público concede elevadas audiências de 35 pontos e aciona, mediante pagamento da ligação, 18 milhões de telefonemas para participar do chamado "paredão", quando um dos protagonistas há de ser eliminado. Por sites da internet se pode saber do dia-a-dia desse reino do despudor e do mau gosto. As moças ensinam a dança do bumbum para cima. As festas abrem espaço para a sacanagem geral. Uma das moças no baile funk bebe sem parar. Embriagada, levanta a blusa, a mostrar os seios. Depois, no banheiro, se põe a fazer depilação. Uma das participantes acorda com sangue nos lençóis, a revelar ter tido menstruação durante a noite. Outra convivente resiste a uma conquista, mas depois de assediada cede ao cerco com cinematográfico beijo no insistente conquistador que em seguida ridiculamente chora por ter traído a namorada à vista de todo o Brasil. A moça assediada, no entanto, diz que o beijo superou as expectativas. É possível conjunto mais significativo de vulgaridade chocante?&lt;br /&gt;Instala-se o império do mau gosto. O programa gera a perda do respeito de si mesmo por parte dos protagonistas, prometendo-lhes sucesso ao custo da violação consentida da intimidade. Mas o pior: estimula o telespectador a se divertir com a baixeza e a intimidade alheia. O Big Brother explora os maus instintos ao promover o exemplo de bebedeiras, de erotismo tosco e ilimitado, de burrice continuada, num festival de elevada deselegância.&lt;br /&gt;O gosto do mal e mau gosto são igualmente sinais dos tempos, caracterizados pela decomposição dos valores da pessoa humana, portadora de dignidade só realizável de fixados limites intransponíveis de respeito a si própria e ao próximo, de preservação da privacidade e de vivência da solidariedade na comunhão social. O grande desafio de hoje é de ordem ética: construir uma vida em que o outro não valha apenas por satisfazer necessidades sensíveis.&lt;br /&gt;Proletários do espírito, uni-vos, para se libertarem dos grilhões da mundialização, que plastifica as consciências.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-4042768936073900138?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/4042768936073900138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=4042768936073900138' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/4042768936073900138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/4042768936073900138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/03/bbb-baixaria-brega-do-brasil-por-miguel.html' title='BBB: A &quot;Baixaria Brega do Brasil&quot;, por Miguel Reale Júnior.'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/SbEI_LGUs6I/AAAAAAAAAAo/eDA9a3RKOxo/s72-c/BBB.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-2767038608214031238</id><published>2009-03-04T23:39:00.000-04:00</published><updated>2009-03-06T07:32:29.068-04:00</updated><title type='text'>LUTO[2]</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/Sa9KNpH1xuI/AAAAAAAAAAg/et7xOGYnLKQ/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309544083930597090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 280px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/Sa9KNpH1xuI/AAAAAAAAAAg/et7xOGYnLKQ/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito que vinha doente. Permanecia em um eterno estado de inércia; uma espécie de coma político-social. Vivia cansada de tantas agressões sofridas desde o seu nascedouro. Não sei nem mesmo dizer se algum dia esteve saudável. Creio eu que já tenha nascido assim, doente: meio anencéfala, meio aleijada; e sempre que era oportuno, demonstrava estar cega, surda e muda. Mas aos poucos foi sobrevivendo. Entre massagens cardíacas realizadas vez ou outra (Diretas Já; Impeachment do Collor etc), a Democracia foi resistindo aos ataques e embustes políticos daqueles que lhe eram contra; adeptos do militarismo e do totalitarismo político.&lt;br /&gt;Morreu no dia 04 de março de 2009, no Estado do Maranhão, a Democracia; foi morta em nome do Poder e do Orgulho. Depois de perderem duas vezes consecutivas nas urnas – a primeira vez nas eleições para governo do Estado do Maranhão de 2006, quando a candidata e filha do atual Presidente do Senado, Roseana Sarney foi vencida no 2° turno para o candidato Jackson Lago; e a segunda vez, quando nas eleições para prefeitura do Maranhão, o candidato Flávio Dino (apoiado e financiado pela família Sarney) foi derrotado, também em segundo turno, para o também candidato João Castelo – de maneira claramente democrática, o Presidente do Senado e Senador do Amapá, José Sarney, não conformado com suas derrotas, resolveu apelar para a força; e quando falo de força, refiro-me não à física, mas à política.&lt;br /&gt;Representado pela coligação Maranhão: a Força do Povo (PFL, PTB, PV e PMDB), Sarney entrou com uma Ação de Expedição de Mandato, exigindo fosse o atual governador do MA, Jackson Lago (PDT) e seu vice, Luís Carlos Porto (PPS), cassados e retirados do governo, para que então pudesse assumir o segundo colocado nas eleições para governo ocorridas em 2006: sua filha, a Senadora Roseana Sarney. Dessa forma, a família Sarney estaria recuperando o orgulho perdido para a força do povo que falou mais alto e deu um basta na Oligarquia Sarney em 2006, sendo confirmada a sua vontade na última eleição para a prefeitura.&lt;br /&gt;Para justificar tal pleito, foi alegado no processo que o governador Jackson Lago havia sido favorecido por um esquema de lideranças, através de convênios milionários, articulado pelo ex-governador José Reinaldo, para apoiar a campanha de Lago nas eleições que o sucediam. Alegou-se também a utilização de verba pública para a compra de votos em diversos municípios e para doações que favoreceriam à candidatura de Lago.&lt;br /&gt;Quem poderia imaginar que justamente no País do Mensalão, do Bolsa Escola e do Bolsa Família, algum dia se veria um político ser cassado e destituído de seu cargo sob tais argumentos? Que atire a primeira pedra aquele que nunca se utilizou de meios ilícitos para tentar se eleger. Além do mais, como é possível julgar e condenar um governador sob tais provas, se o próprio Presidente da República tem agido mesma maneira com a atual Ministra-Chefe da Casa Civil e pré-candidata à Presidência da Repúlica, Dilma Rousseff (PT); gastando dinheiro do povo para lançar (ainda que não oficialmente) a candidatura de sua possível sucessora?&lt;br /&gt;Confesso que foi uma decepção, pois que em se tratando das arte-manhas de Sarney, esperava-se um golpe menos baixo. Por que se utilizar da força política? Por que não apelar pro povo, aquele que tantas vezes o elegeu e pôs o nome de sua família no Poder? Não é suficiente sabotar todas as propostas elaboradas pelo Jackson ao chegarem no Senado? Decepção ainda maior foi ter que ouvir o ex-ministro Sepúlveda Pertence declarar o governador como sendo um “médico ingênuo, remascente do mandonismo”, deixando bem claro a sua preferência política por aqueles que se utilizam de oligarquias, clãs e totalitarismo, mandando em tudo e em todos, para conseguir aquilo que se quer.&lt;br /&gt;Também decepcionante foi o voto do Ministro Eros Grau, que talvez chegue a ser o mais intelectual daqueles que se encontram no Supremo. É nessas horas que eu me orgulharia de ser “hermana”, por ter como Presidente do Supremo Argentino, o ilustre Zaffaroni. Para encerrar, e assassinar de vez a nossa Democracia, o Ministro Carlos Ayres Britto ao justificar seu voto à favor da cassação, citou o brocardo: “Para os amigos, os favores. Para os inimigos, os rigores da lei.” É, talvez isso explique o porque da família Sarney estar atuando no pólo ativo desta ação.&lt;br /&gt;Mataram a nossa Democracia. O povo brasileiro, juntamente com o maranhense - aquele que lutou incessantemente nas eleições para derrotar uma oligarquia que perdurou quarentas anos-, está de luto. Todavia, a luta não acabou. Hoje nossa Democracia encontra-se morta, mas pode ser que amanhã, à exemplo de Cristo, ela possa ressuscitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alanna Yara Sousa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-2767038608214031238?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/2767038608214031238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=2767038608214031238' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/2767038608214031238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/2767038608214031238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2009/03/luto.html' title='LUTO[2]'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/Sa9KNpH1xuI/AAAAAAAAAAg/et7xOGYnLKQ/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-9005961657817205358</id><published>2008-10-05T23:12:00.000-04:00</published><updated>2008-10-05T23:15:47.914-04:00</updated><title type='text'>“A Militarização da Violência e a Glamorização (in)consciente dos arts. 286 e 287 do Código Penal”</title><content type='html'>"Aviso aos delinqüentes que se iniciam na profissão: não se recomenda assassinar com timidez. O crime compensa, mas só compensa quando praticado em grande escala, como nos negócios. Não estão presos por homicídio os altos chefes militares que deram a ordem de matar tanta gente na América Latina, embora suas folhas de serviço deixem rubro de vergonha qualquer bandido e vesgo de assombro qualquer criminologista" (GALEANO, 2007, p. 207)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Durante muito tempo o filme “Tropa de Elite” foi o centro de muitos debates, até mesmo debates de botecos aos sábados. O filme foi calorosamente aplaudido e elogiado pela crítica brasileira (em especial a revista VEJA) e o capitão Nascimento foi então eleito como o grande herói do Brasil pela sua coragem e “braveza” na guerra contra o tráfico no Rio de Janeiro. Lembro-me muito bem que no auge do filme a Veja publicou uma matéria que rendeu a capa da revista e que tinha na manchete alo do tipo: “O filme tropa de elite é muito bom, pois mostra que policial é policial e que traficante é traficante”. Nossa, que conclusão hein? Alguém mais conseguiu chegar à outra conclusão diferente dessa? ¬¬&lt;br /&gt;            Pois bem, fato é que mesmo com toda a violência Implícita demonstrada no filme, este, ainda assim, foi o grande sucesso nacional da época. Não ter assistido ao filme era o mesmo que não ter RG. Afinal de contas, ninguém poderia perder tal espetáculo, não é mesmo? A pergunta é: os fins justificam os meios? Para o BOPE com certeza que sim.&lt;br /&gt;            Para quem, por algum motivo, não se rendeu às críticas rendidas ao filme e deixou de vê-lo, Tropa de Elite, de fato, mostra que policial é policial e que traficante é traficante. Ou seja, que policial (em especial o Militar) é corrupto e violento, bem como traficante só existe porque tem quem o financie, e que apesar de fazer esse “mal” à sociedade, nada se compara ao mal que a sociedade o faz quando o permite viver em barracos desabando uns por cima dos outros por falta de oportunidade para subir na vida e ter sua casa própria, livre das desigualdades sócio-raciais tão comuns no Brasil. Para o BOPE traficante é o monstro que aterroriza a metrópole e acaba com a paz de seus “cidadãos” que se acham em dia com o mundo porque votam de dois em dois anos. Para o BOPE tanto faz se o traficante é pai de família que vende droga porque o tráfico foi o único que lhe abriu as portas para uma vida menos indigna do que a sociedade lá fora, em seus bairros nobres, lhe poderia alguma vez permitir. Tanto faz para o BOPE se é o tráfico a única fonte de subsídio para milhares de famílias do RJ e do resto do mundo; se é ela que traz água potável e energia para as favelas e que traz solidariedade para seus moradores. O grande lance é subir o morro no camburão da caveira, aterrorizando tudo e a todos com suas frases de medo e seus tiros de fuzil, cuja as balas custam mais caro que cestas básicas para as famílias que nada tem a ver com a história, a não ser o fato de nascer tão azarados quanto aqueles que optaram pela vida do tráfico.&lt;br /&gt;            Toda essa violência mostrada no filme foi motivo de grandes aplausos e críticas afirmativas à grande atuação do capitão Nascimento nesse embate civil. Controversamente há alguns meses atrás foi manchete do Jornal Nacional a reportagem de alguns policiais MILITARES que pegaram o corpo de uns garotos de uma favela e deram para traficantes da favela rival os exterminarem da maneira mais horrenda possível. Poderia alguém me explicar de onde veio tanto espanto de uma hora pra outra? Ou vocês vão me dizer que não sabiam que é isso que a polícia costuma fazer quando não quer sujar as suas mãos com sangue de crianças alvos do tráfico? Não? Mas como? Será que o Tropa de Elite que as pessoas tanto elogiaram no cinema não os mostrou a parte em que o coronel de um batalhão da PM manda retirar corpos de um local para transferir para outro e virar ESTATÍSTICAS? Que pena hein?!?&lt;br /&gt;            Confesso que fiquei surpresa com tanto espanto, afinal de contas, isso seria uma grande controvérsia. Além do mais, o que mais me espantou de fato foi esse espanto todo por causa de uma denúncia como essas a nível de Jornal Nacional quando na verdade, o jornalista Caco Barcellos (aquele que apresenta o “Profissão Repóter todas as terças depois de “Toma Lá, dá Cá”) fez essa denúncia há mais de dez anos atrás – de forma maravilhosamente bem estruturada e fundamentada, diga-se de passagem -, ao lançar o livro “ROTA 66 – A história da polícia que mata)&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7261531371755371218#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;. Ah ta! Me desculpem, lembrei que livros desta estirpe não viram roteiro de filme nacional. Afinal de contas mostrar o outro lado da história poderia ser um grande risco: ou não renderia tanto lucro, ou renderia até mais e a polícia acabaria perdendo o seu título de heroína e de super-protetora da sociedade. Mas e quanto ao livro? Será que ninguém nunca leu? Bem, considerando que grande parte da população nacional é analfabeta e que livros custam os olhos da cara, não é de se estranhar que as pessoas nunca tenham ouvido falar nele, o que é uma pena.&lt;br /&gt;            Mas quantas pessoas leram ao livro Elite da Tropa (que rendeu ao José Padilha o roteiro do filme Tropa de Elite)? Talvez nem tantas assim, mas com certeza se ouviu falar dele, pelo menos depois do filme. Para quem não leu o livro, mas assistiu ao filme, aí vai um conselho: se você odiou o filme porque, assim como eu, acha que tudo aquilo não passou de um show midiático que a polícia utilizou para alienar as pessoas e tentar legitimar suas ações corruptas, violentas e desnecessárias, o livro é bem pior. Multiplica-se os palavrões e a apologia ao crime; “era hora de colocar em prática o que aprendemos no curso de operações especiais: ‘o máximo de violência, morte e confusão, na retaguarda profunda do inimigo’” (BATISTA; PIMENTEL; SOARES, 2006, p. 54). Mas se você adorou ao filme e acha que a ação do BOPE é a correta; bem (meus pêsames), faça deste livro a sua Bíblia.&lt;br /&gt;            Agora, falando em apologia ao crime, uma coisa bem engraçada me ocorreu na cabeça nesse semestre. Como já disse em meu perfil, sou estudante de Direito e atualmente estou cursando o 5° período do mesmo. Pois bem, ao tempo do filme e quando tive acesso às leituras que aqui citei, eu não tinha conhecimento que o nosso Código Penal contêm dois artigos que criminalizam tanto a apologia ao crime e ao criminoso como a incitação ao crime. Vou transcrevê-los aqui:&lt;br /&gt;*Art. 286. Incitar, publicamente, a prática de crime:&lt;br /&gt;Pena – detenção, de três a seis meses, ou multa.&lt;br /&gt;*Art. 287. Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime:&lt;br /&gt;Pena – detenção, de três a seis meses, ou multa.&lt;br /&gt;            Explicando: é crime um traficante (preto, pobre e semi-analfabeto) afirmar que o mundo do tráfico é o certo, pois é o que lhe permite ter uma vida menos indigna. É crime elogiar a solidariedade das facções criminosas, assim como é crime idolatrar o Marcinho VP pelas benfeitorias que ele, juntamente com seus irmãos do crime, ajudaram a construir no Morro Dona Marta (BARCELLOS, 2007); mas não é crime publicar um livro ou produzir um filme como o Elite da Tropa e o Tropa de Elite que fazem apologia e incitação ao crime EXPLICITAMENTE, assim como também não é crime um delegado (deduz-se que instruído pois que tem que ser graduado em Direito) dizer publicamente que “bandido bom é bandido morto e enterrado em pé para não ocupar espaço”. Mas afinal, a lei não é igual para todos? Bem, como diria Geoge Orwell, “alguns são mais iguais que os outros”.&lt;br /&gt;"Somos todos iguais perante a lei. Perante que lei? Perante a lei divina? Perante a lei terrena, a igualdade se desiguala o tempo todo e em todas as partes, porque o poder tem o costume de sentar-se num dos pratos da balança". (GALLEANO, 2007, p. 207).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alanna Sousa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*BARCELLOS, Caco. Abusado. O dono do Morro Dona da Marta. Ed.18. Rio de Janeiro: 2007.&lt;br /&gt;*______________. ROTA66. A história da polícia que mata. Ed.8. Rio de Janeiro: 2006.&lt;br /&gt;*BATISTA, André; PIMENTEL, Rodrigo; SOARES, Luiz Eduardo. Elite da Tropa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2006.&lt;br /&gt;*GALEANO, Eduardo. De Pernas Pro Ar. A escola do mundo ao avesso. 9 ed. Porto Alegre: L&amp;amp;PM, 2007.&lt;br /&gt;*ORWELL, George. A Revolução dos Bichos. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7261531371755371218#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt;[1][1] Para quem não sabe, o ROTA 66 é o equivalente ao BOPE, só que no estado de São Paulo e deveras mais violento e injusto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-9005961657817205358?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/9005961657817205358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=9005961657817205358' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/9005961657817205358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/9005961657817205358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/10/militarizao-da-violncia-e-glamorizao.html' title='“A Militarização da Violência e a Glamorização (in)consciente dos arts. 286 e 287 do Código Penal”'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-7149358951230913262</id><published>2008-10-03T04:51:00.000-04:00</published><updated>2008-10-03T08:27:16.655-04:00</updated><title type='text'>“O Sistema Penal, a Laranja Mecânica e a Perda da Identidade”</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/SOWjKkgsAdI/AAAAAAAAAAU/zEm-j7wtlvQ/s1600-h/laranja2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252783942392349138" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/SOWjKkgsAdI/AAAAAAAAAAU/zEm-j7wtlvQ/s320/laranja2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Há cento e trinta anos, depois de visitar o país das maravilhas, Alice entrou num espelho para descobri o mundo ao avesso. Se Alice renascesse em nossos dias, não precisaria atravessar nenhum espelho: bastaria que chegasse à janela” (GALEANO, 2007, p.2).&lt;br /&gt;Mais uma vez eu fiquei um tempão sem postar por aqui. Dessa vez nem tanto pela falta de inspiração quanto pela falta de tempo mesmo. O semestre começou com tudo e eu, com a minha mania de querer “abarcar o mundo com as pernas” (que apesar de grossas, não são grandes o suficiente), estou me envolvendo com outras coisas e por conseguinte, estou mais sem tempo do que nunca. Enfim, cá estou eu novamente.&lt;br /&gt;Pegando o ensejo do último post e, aproveitando a inspiração que me foi deixada pelos livros que tenho lido, hoje vou tentar fazer uma relação, com toda a devida vennia entre o Sistema Penal atual, o livro Laranja Mecânica e um documentário policial caseiro que tive acesso na semana passada (salvo engano, o nome é “dia-a-dia de um policial”, como eu o emprestei, não posso confirmar agora, mas dou a informação certa no próximo post).&lt;br /&gt;Bem, pra quem não sabe, o livro “Laranja Mecânica” do autor Anthony Burgess é uma história de ficção que retrata como será o problema da violência no futuro. O livro foi escrito há cerca de 40 anos atrás com a idéia de retratar como será o mundo em um futuro bem distante, onde a tecnologia já é ultra avançada e junto com ela, a violência urbana. O que posso dizer é que, apesar da nossa tecnologia não estar, ainda, tão avançada quanto é descrita no livro, a violência com certeza já evoluiu bastante de lá pra cá. A diferença entre Alex e seus “druguis” pros marginalizados de hoje, é que, sem sombra de dúvidas, os “delinquentes” de hoje não têm o costume de ouvir Beethoven, não são de classe média e muito menos vestem as roupas da moda. Um dia chegarão nosso “delinqüentes” a esse nível de cultura e modernização? Creio que não. Mas caso alguns deles tenham a sorte de chegar, com certeza já não mais serão estereotipados como tais. “Os presos são pobres, como é natural, porque só os pobres vão para a cadeia em países onde ninguém é preso quando vem abaixo uma ponte recém inaugurada, quando leva à bancarrota um banco depenado ou quando desmorona um edifício sem alicerces” (GALEANO, 2007, p. 95).&lt;br /&gt;Fato é que, apesar das diferenças de classe, sociais, culturais e econômicas (diferenças essências para o seu etiquetamento como marginal) entre os atores do livro de ficção e os atores do livro da vida real, todo o resto lhes é comum. O prazer pela violência, a ânsia pela dor alheia e a revolta por se viver em um mundo que de certa forma não lhe pertence, ou que não se encaixa em seu perfil. Nos dias de hoje ultrapassamos a barreira da criminalidade e já alcançamos o topo da violência. Quando falo de violência, refiro-me não somente à física, mas também e, principalmente, a psíquica. Os ditos “marginais” de hoje já não se contentam em furtar, precisam se utilizar da violência e do medo, pra ganhar o seu espaço. A mídia, por sua vez, precisa mostrar nos mostrar esse medo para que possa nos alienar a ponto de nos fazer acreditar que o problema destes “marginais” é um problema patológico – como ensinou Lombroso há mais de cem anos atrás – e que a sua única solução é “isolá-los” de nós, seres humanos “normais” e não cometedores de crimes, espremendo-os entre tantos outros iguais e fazendo da prisão uma verdadeira escola do crime.&lt;br /&gt;O sistema penal de hoje pouco se diferencia da técnica Ludovica de “ressocialização”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7261531371755371218#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; a qual participou Alex quando do seu “tratamento” na prisão de “Laranja Mecânica”. Atualmente - eu volto a dizer - a única diferença entre os marginais do livro e os marginais da atualidade é a falta de tecnologia que nós ainda não alcançamos. No livro o autor retrata toda uma cabine equipada de parafernalhas utilizadas para converter o cérebro humano em um cérebro animal (irracional). No sistema penal a falta de parafernalhas não transforma somente o cérebro humano em animal, mas sim todo o seu ser. O direito penal insiste na idéia de que presídios são as soluções para a redução da criminalidade, impondo aos seus hóspedes, um método de “ressocializaçao” (que como bem prevê a Lei de Execução Penal é um direito do preso e não um DEVER, como o Estado faz parecer ser) que nada tem a ver com reeducação ou qualquer outra palavra que possa vir a ser sinônimo desta. É incrível como todo esse mecanismo (tanto do livro quanto da vida real) é projetado pra fazer com que essas pessoas percam a sua identidade. A maldade ou bondade da pessoa deixa de ser uma escolha (a)moral pra ser ou um dever (na ficção) ou uma falta de opção (na realidade). “A questão é se uma técnica dessas pode realmente tornar um homem bom. A bondade vem de dentro. Bondade é algo que se escolhe. Quando um homem não pode escolher, ele deixa de ser um homem” (BURGESS, 2004, p. 85).&lt;br /&gt;Na sociedade em que se vive o homem delinqüente deixa de ser homem pois, o estigma que carrega desde o seu nascedouro - muita das vezes por ser preto e pobre -, não lhe deixa muita opção entre ser bom ou mau. O sistema punitivo quando o captura, retira-lhe o pouco de identidade que lhe foi conquistada seja por uma vida honesta, seja por uma vida marginal. Não bastasse o mundo aqui fora insistir em lhe dizer que ele deve ser assim ou assado, mesmo não lhe dando nenhuma oportunidade pra isso, dentro das “prisões da miséria” o preso é obrigado a melhorar para voltar à uma sociedade que desde sempre o discriminou e lhe fez mal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sempre se debate nos colóquios de Direito Penal em como fazer, quais atitudes tomar para fazer do presídio um ambiente propício à “ressocializaçao” deste ser, de maneira que ele possa voltar a integrar a mesma sociedade que lhe pôs lá dentro. O que não se questiona é se esse preso quer de fato voltar para onde todos sempre lhe olharam torto, sempre lhe negaram emprego e caçoaram de sua falta de instrução; ainda mais agora que está tatuado eternamente - física e psicologicamente - pelas marcas da prisão. Ao chegar na penitenciária o preso perde o nome e passa a ser identificado por um número. Ali ele perde todos os direitos que sempre teve no papel mas que nunca se transpôs à sua realidade, quais sejam a moradia, a educação, a alimentação, ao tratamento igual. Ali ele perde também a sua dignidade e a sua identidade como um ser racional, pouco se diferenciando de um cachorro sarnento dos becos de ruas escuras. Quando do seu flagrante, mesmo sendo menor de idade, a mídia insiste em estampar seu rosto em todos as páginas e telas de jornais, o força a falar até mesmo coisas que nem mesmo sabe o significado e o transforma, devido ao furto cometido pelo mal da fome, em um monstro, um verme, e que deve ser punido e "ratado da mesma forma que aquele que estuprou com prazer uma criança de 5 anos de idade. Mas essa mesma mídia, por meio de filmes, jornais e documentários, é incapaz de compará-lo com aquele criminoso que fez dele esse monstro tão temível; aquele que desvia o dinheiro dos cofres públicos destinados à educação ou saúde e todos os outros direitos fundamentais previstos no art. 5° da Constituição Federal. Ao sair da prisão, recupera seu nome, mas não mais a identidade. Já não é mais o João, o Marcelo ou o Fernando, mas sim o “ex-presidiário” que matou, roubou ou se drogou; mesmo que por auto-defesa, necessidade ou pra enganar a fome. A partir dali a sua cruz fica mais pesada que a dos demais que deixou aqui, no lado de fora. Agora mesmo é que as oportunidades que nunca lhe foram oferecidas, desaparecerão. No fim das contas: “condena-se o criminoso, não a máquina que o fabrica, como se condena o viciado e não o modo de vida que cria a necessidade do consolo químico ou sua ilusão de fuga... A lei é como uma teia de aranha, feita para aprisionar moscas e outros insetos pequeninos e não os bichos grandes, como concluiu Daniel Drew. E já faz um século que José Hernández, o poeta, comparou a lei com uma faca, que jamais fere quem a maneja. Os discursos oficiais, no entanto, invocam a lei como se ela valesse para todos e não só para os infelizes que não podem evitá-la. Os delinqüentes pobres são os vilões do filme: os delinqüentes ricos escrevem o roteiro e dirigem os atores” (GALEANO, 2007, p. 96).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fontes:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;BURGESS, Anthony. &lt;em&gt;Laranja Mecânica.&lt;/em&gt; São Paulo: Aleph, 2004.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;GALEANO,&lt;em&gt; &lt;/em&gt;Eduardo. &lt;em&gt;De Pernas Pro Ar. A escola do mundo ao avesso. &lt;/em&gt;9 ed. Porto Alegre: L&amp;amp;PM, 2007.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;WACQUANT, Loiic. &lt;em&gt;As prisões da Miséria. &lt;/em&gt;Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2001.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Documentário (como não tenho as informações aqui, coloco no próximo post).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7261531371755371218#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Essa palavra é tão absurda do ponto de vista sociológico, que nem mesmo o próprio dicionário que vem acoplado ao Word a reconhece. Motivo pelo qual vem acompanhada das aspas. Sobre o meu repúdio a esta palavra, ler post do dia 31 de março.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-7149358951230913262?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/7149358951230913262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=7149358951230913262' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/7149358951230913262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/7149358951230913262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/10/o-sistema-penal-laranja-mecnica-e-perda.html' title='“O Sistema Penal, a Laranja Mecânica e a Perda da Identidade”'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/SOWjKkgsAdI/AAAAAAAAAAU/zEm-j7wtlvQ/s72-c/laranja2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-6334621039642346715</id><published>2008-06-18T19:37:00.001-04:00</published><updated>2008-06-18T21:03:18.456-04:00</updated><title type='text'>Código da Vida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Depois de algum tempo sem postar, por pura falta de tempo e de inspiração, parece-me que pelo menos a inspiração voltou e com tudo, cá estou eu novamente! Eu sempre fui assim, meio que de lua. Tem época que podem me colocar num liquidificador e que pouca coisa sairá (e que preste), mas tem época também que as idéias surgem como a água da chuva que está caindo agora, enquanto eu escrevo aqui: forte e em grande quantidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fato é que da semana passada pra cá vieram-me várias idéias e pensamentos, inspirados é claro nos livros, filmes e debates com que tive contato neste mesmo intevalo de tempo. Meu único medo é que eu esqueça metade das coisas que eu tenho pensado, antes mesmo de externá-las.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Começarei então pelo "Código da Vida", do Saulo Ramos. Apesar de ter começado a lê-lo já a algum tempo (e eu até que estava em um ritmo bom), eu tive que deixá-lo de lado por uns dois meses. Sabe como é, a gente tem que se dividir entre as leituras obrigacionais, as não obrigacionais mas que de certa forma nos cobra um pouco mais de atenção e paciência, e aquelas que se faz despreocupado, sem apego algum, apenas por hobby e pra esfriar a cabeça. Pois bem, o livro do Saulo me ocupou a 3° opção, apesar de que algumas vezes me deu mais dor de cabeça do que relaxamento. Mas também, acho que é quase impossível se ler sobre política e não ter certas dores de cabeça derivada de indignação. Fato é que finalmente, no sábado que se passou, eu o terminei. Que livro!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Engraçado que este livro me foi recomendado pelo pai de uma grande amiga minha, enquanto passávamos férias em São Paulo. Ele estava lendo e depois de algumas conversas ele percebeu que eu gostava de ler e me indicou a obra. Eu agradeci, claro, e falei que iria ler, mais por educação do que por vontade mesmo. Não que eu nao confiasse no gosto dele, mas é que à época dos fatos, eu estava entertida com o livro do Percival de Souza - "O sindicato do crime. PCC e outras facções" - livro esse que por sinal me tirou algumas noites de sono das minhas tão desejadas férias. Talvez pelo fato de eu estar passando férias em São Paulo e o PCC ser de lá. Quem sabe!.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Pois bem, como eu não tinha tempo para lê-lo, indiquei a uma amiga. Ela o comprou imediatamente e começou a ler, disse que estava gostando muito (não sei o quanto, porque até a última vez em que nos falamos, ela ainda tava estancada lá pelas cento e algumas páginas). Sendo assim, depois de terminado o livro do Percival, li mais alguns outros que já estavam na fila, e com pressa (como por exemplo o Rota 66 do Caco Barcelos, que me fez andar SP inteira atrás até me convencer de que estava de fato esgotado), até que um dia resolvi fazer minhas agradáveis compras pela net e ele estava em promoção. Que maravilha, não tinha mais desculpas, pelo menos não para não comprá-lo. Comprei. Li mais alguns na frente dele, e quando ele já não aguentava mais me ver trocá-lo por outro eu resovi escolhê-lo dentre uma pilha de outros que ainda quero ler. Grande escolha a minha. O livro já começa bem: empolgante e chamativo. Estava fazendo jus as recomendações do meu amigo juiz, pai de minha amiga que já não sabe mais, muito bem, o que quer da vida. Pois bem, li - tive que parar por um tempo -, até que acabei no sábado, como já falei antes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Que bela história, dessas que nos arrancam algumas lágrimas dos olhos e um sorriso sem graça daqueles que se dá quando nos envergonhamos por estar chorando na frente dos outros (e olha que eu estava só em casa, deitada em minha cama. As únicas pessoas que poderiam presenciar tal cena, no mínimo engraçada, seriam os moradores do prédio ao lado, e que tem a cozinha quase que de frente pro meu quarto).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O livro é uma mistura de romance, com política, direito e principalmente MORAL! Que grande moral tem esse autor (e ética também, que preferiu trocar o nome dos personagens principais, para preservar a imagem de seus clientes, haja vista que o autor era advogado) e os personagens por ele narrados. Ao redor do caso principal, o do Sr. Olavo Brás, Saulo faz uma espécie de retrospectiva dos tempos políticos em que vivemos(ele, que foi influente jurista no Brasil em nossa época ditatorial, principalmente). Pra se ter uma idéia da importância do cara, ele foi acessor do Jânio e praticamente "mão direita" do Sarney (se é que ele é destro). Digamos que era uma espécie de consultor da "raposa" da política brasileira. Mais do que consultor, é amigo também, a ponto de chamar o ex-presidente de Zé. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Saulo foi, indubtavelmente, importante para história do Direito do Brasil. Engraçado como se faz "fama" no Brasil; eu nunca tinha ouvido falar dele, mesmo cursando direito e com todo o currículo que ele construiu. Mas alguém aí não conhece o Roberto Jefferson e amigos??? Aqui no Brasil é assim, só se faz história e é lembrado, ou depois de morto ou sendo muito escroto pro Pais. Talvez por isso eu nunca tenha ouvido falar nele. Que me perdoe o Saulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O livro me inspirou muito, me mostrou um pouco de luz no fim do túnel que cada dia que passa escurece mais. No país do futebol e do mensalão, dá gosto saber que ainda tem gente que nem sempre como pizza no fim da festa; se é que deu pra entender. E isso só confirmou o que eu já achava: Direito é dom! Claro que há aqueles que simpatizam com a matéria e tals, e aqueles outros (milhões) que acham que o direito é uma Ciência - e exata ou então, que é mera utopia - e que farão deles pessoas ricas e poderosas. Basta ir pra faculdade, "aprender a ler códigos", e fazer os cálculos: se A, mata B = 30 anos de prisão! É mais ou menos assim que o Direito tem sido estudado ultimamente. As "ias" (filosofia, sociologia, criminologia, psicologia) têm sido deixadas para trás, ou então não têm sido estudadas com a importância que devem. O problema é que as pessoas  não percebem que o Direito só é considerado uma ciência humana por causa das tais "ias", se não, pouco se diferenciaria da matemática, física, engenharia e etc. Por isso que eu digo que pra fazer Direito, direito; tem que ter dom, e muita pesistência. É preciso se enxergar muito além do que mostra um VadeMecum, é preciso interpretar muito além do que falam as doutrinas e jurisprudências; afinal de contas, elas não são as donas da verdade. A única verdade que podemos seguir sem medo no ramo do Direito, é a do coração (desde que não seja o mesmo coração que, influenciado pelo show midiático do dia-a-dia, roga pela pena de morte, pela redução da maioridade penal ou mesmo elege o Capitão Nascimento como o novo herói do Brasil), mas o coração dos heróis Shakesperianos - aqueles que tiverem de fazer o que tinha de ser feito, encarando as consequências. Porque em algumas situações, razão alguma nos levará a decidir um caso tão ardiloso tão bem como fez o atual Ministro César Peluso na história do livro, época em que ele ainda era Juiz. E isso me motiva, porque sei que apesar de poucos, assim como o Peluso, com certeza há outros que atuam com amor na profissão e não por ganância social e econômica. De fato, o final do livro é emocionante, em todos os sentidos. Vale a pena ler. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Falando em pessoas que atuam bem porque atuam com amor à profissão, tenho que aproveitar pra dizer que grande parte da minha inspiração também vêm do meu trabalho, das minhas experiencias do dia-a-dia, fora da sala da teoria "utópica" de todos os santos dias. É engraçado como os adultos de hoje gostam de jogar a responsabilidade para nós jovens, os adultos de amanha. "Vocês são o futuro da nação", é o que eles dizem! O que eles esquecem é que todo mundo, quando faz algo, se espelha em alguém. Portanto, nós, jovens, "futuro da nação", de certa forma temos que nos espelhar neles. E que exemplos são esses que eles têm nos dado? Sendo assim, eu tenho que me ajoelhar todos os dias pra agradecer à Deus pelos exemplos que Ele têm colocado no meu caminho. Pessoas que não precisam ser identificadas, mas que quero que saibam, de alguma forma, que têm sido minha inspiração e minha luz no fim do túnel nos dias mas conturbados da minha vida de futura jurista. Pessoas honestas, que tem o dom do Direito, hérois Shakesperianos e acima de tudo: humanos. Que conseguem ver além do que o poder pode lhes proporcionar e que não mudam seu caráter por causa disso. Pessoas que conseguem estender a mao ao próximo,mesmo quando se encontram no topo, e que não desanimam com a injustiça e a falta de reconhecimento humano, pelo que fazem, pois acreditam na justiça, reconhecimento e recompensa divina. Portanto, àqueles que tem me dado força, oportunidade e grandes exemplos, meus sinceros agradecimentos: Juizes, Advogados, Delegados, Docentes, Doutrinadores, Amigos, colegas de estudo e trabalho, e os políticos, é claro, que me dão constatemente exemplos... do que não deve ser seguido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Àqueles que estão estudando por um direito mais justo, por um Direito humano e não exato deixo-lhes a lição de Zaffaroni: façam das utopias, idéias concretas de um futuro próximo e jamais confundam o pessimismo que nos é deixado de herança, com o desânimo consequente de uma guerra que nunca acaba.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;PS: Quanto ao livro, uma coisa só me desagradou: O Saulo que me desculpe, mas ele puxa muito o saco do Sarney, e que a história do golpe dado na Roseana, não me convenceu (mas parece que, ao fim da obra, ela já não estava tão satisfeito com as atitudes do Sarney).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="right"&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-6334621039642346715?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/6334621039642346715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=6334621039642346715' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/6334621039642346715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/6334621039642346715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/06/cdigo-da-vida.html' title='Código da Vida'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-3124122111239166259</id><published>2008-05-04T02:33:00.000-04:00</published><updated>2008-05-04T02:49:04.373-04:00</updated><title type='text'>Quando a saudade fala mais alto...</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"Quando a saudade fala mais alto, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;é quando eu mais gostaria de gritar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando a saudade fala mais alto,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;é que meu coração não pára no lugar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando a saudade fala mais alto,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;é que a dor aperta no peito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando a saudade fala mais alto,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;é que eu descubro que não tem mais jeito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mas como nem tudo é solidão, a saudade serve pra manter-nos vivos, atentos a todo instante em que possamos estar perto, mesmo se estando longe, onde a dor de não estar perto se regozija com as lembranças de quem um dia já passou por nossas vidas e deixou marcas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tenho saudades dos tempos de criança em que ainda não conhecia o significado da palavra "responsabilidade"; época em que só se aprendia o sentido das palavras por meio de dicionários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tenho saudades de quando acreditava em contos de fadas, mesmo nunca acreditando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando a saudade fala mais alto,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;é que finalmente se percebe a dor da loucura de estar amando".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;PS: quem diria que um plantão na REFESA algum dia me faria escrever assim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Alanna Sousa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-3124122111239166259?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/3124122111239166259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=3124122111239166259' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3124122111239166259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3124122111239166259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/05/quando-saudade-fala-mais-alto.html' title='Quando a saudade fala mais alto...'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-5579880707933116380</id><published>2008-04-10T10:05:00.001-04:00</published><updated>2008-04-10T10:11:55.311-04:00</updated><title type='text'>Direito</title><content type='html'>"Falar sobre o Direito é tão complexo quanto falar de Deus. Há aqueles que acreditam e juram que o vêem, há aqueles que ou nunca acreditaram ou simplesmente deixaram de acreditar; por fim, há aqueles que como eu, também não o vêem, como o fogo que brilha aos nossos olhos, mas o sentem, como o fogo de arde em nossos corações e lutam para que essa chama nunca se apague.&lt;br /&gt;Este Direito é para nós tão essencial quanto o ar que respiramos. É necessário mantê-lo vivo e aceso como uma fogueira que ilumina o mais escuro dos matagais, mas é também preciso tomar cuidado para que essa chama nem se apague, nem destrua tudo que está ao seu redor, deixando para trás apenas cinzas e fumaças... sinais de que um dia existiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-5579880707933116380?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/5579880707933116380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=5579880707933116380' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5579880707933116380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/5579880707933116380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/04/direito.html' title='Direito'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-3801140197311334422</id><published>2008-04-06T00:21:00.000-04:00</published><updated>2008-04-06T01:38:24.514-04:00</updated><title type='text'>LUTO</title><content type='html'>O Brasil tem vivido tempos questionáveis. Sim, digo isso por que dizer que está bom ou ruim, é muito subjetivo; vai de cada um (mais adiante vocês entenderão o porque).&lt;br /&gt;O último acontecimento que não sai das manchetes de jornais e das notícias de TV, é o homicídio bárbaro da garota Isabella.  E digo homicídios, por que nunca acreditei em Papai Noel, e não vai ser agora que eu vou acreditar. Tenho até teoria formada para o caso. Queria muito ter a oportunidade de entrar em contato com os peritos que estão solucionando o caso, para dar a minha opinião. Mas quem daria bola para uma "pirralha" de 19 anos que é mera estudande de Direito, futura estudante de Psicologia, mas que já leu muito sobre coisas do tipo?&lt;br /&gt;Bem, como não posso falar, ainda, a minha tese (sabe como é né?? Nos dias de hoje calúnia, injúria e difamação, é o pau que rola solto nos crimes da "High society"; se pah, daqui a pouco tem adovgado de neguinho ameaçando me processar, pelo orkut), deixarei aqui duas dicas sobre o que eu acho do caso (pra que depois que seja divulgado pela imprensa, e eu jogar a real aqui, ninguém dizer que eu só falei depois que divulgaram e que era "óbvio".&lt;br /&gt;1- a gente já viu esse filme antes, mas com personagens invertidos;&lt;br /&gt;2- Freud explica!!&lt;br /&gt;Eu tenho certeza que os profissionais responsáveis já sacaram o que eu também já saquei. E acho que não precisa ser perito para entender o que rolou ali, naquele dia. A questão é que tem lá aquele ditado que diz: "até que se prove o contrário, ninguém é culpado"; ou seja, vai ser necessário provar, o juiz sentenciar e a coisa, ser julgada. Até lá, tudo que nos resta é a angústia de vivermos uma situação dessas (mesmo que pela solidariedade e comoção geral) e esperar que de alguma forma, a justiça seja feita.&lt;br /&gt;Bom, o fato é que eu não queria me referir necessariamente à essa situação, mas sim à hipocrisia em que vivemos uma hora dessas. Sim, HIPOCRISIA.&lt;br /&gt;Antes de explicar o por que de minha "acusação", tenho umas perguntas a fazer:&lt;br /&gt;Qual a cidade que ocorreu o crime??&lt;br /&gt;Qual o bairro??&lt;br /&gt;Qual a classe econômica/social a que pertencem os familiares da pequena Isabella??&lt;br /&gt;Hummm... Ok. Não precisa responder, afinal de contar, "para bom entendedor, meia palavra basta".&lt;br /&gt;O que quero dizer é que milhares barbaridades como essa ocorrem todos os dias na nossa realidade atual. Experimente dar um plantão na Delegacia de Homicídios da sua cidade, e vocês entenderão o que estou falando. São vários os casos em que filhos matam pais e vice-versa. Mas somente quando o caso se refere à alguem que pertence a uma classe mais elevada da sociedade, é que passa a virar notícia de jornal, e com destaque. Não estou desmerecendo o caso. Por favor, não me entendam mal. Só estou dizendo que o nosso mundo é pequeno demais e a nossa agenda está sempre muito lotada para que nos preocupemos com os problemas do mundo, mesmo quando isso signifique olhar para o que está do nosso lado.  Há quem diga que já tem problemas demais para ainda ter que se preocupar com o dos outros; mas que não perde uma fofoquinha no bar mais badalado da cidade, ao som de um pagodinho e com um chopp bem gelado. Mesmo quando do outro lado da rua, tem gente passando fome.&lt;br /&gt;Fome?? Pra gente, fome só se tem na África (o Lula que o diga. Vive fazendo campanha para angariar fundos e medicamentos para mandar pra lá, no seu mais potente e tecnológico avião particular, que custou alguns milhões de dollares; enquanto que aqui no Brasil, ele faz campanha para divulgar um Bolsa Miséria (ops... acho que é Bolsa Família né??).&lt;br /&gt;Temos que nos solidarizar com os africanos que morrem de AIDS e malária; mas quem liga para os cariocas que estão morrendo de dengue??&lt;br /&gt;O mundo parou para ajudar os americanos a reconstruirem New Orleans (cidade de população relativamente "rica") depois de devastada por furacões. O Brasil parou por causa das enchentes ocorridas ultimamente em praticamente todo o País; não por comoção, mas por não ter pra onde ir. E o pior, grande culpa disso, é nossa, por não darmos valor ao que é nosso (a Amazônia, por exemplo) e insistirmos em provocar a fúria da mãe natureza.&lt;br /&gt;Os EUA, um dos maiores países na destruição da natureza, não contentes em apenas ajudar a aumentar o aquecimento global, resolveu não assinar o protocolo de Kyoto. Pra quê mesmo?? Isso não daria tanto lucro quanto investir em um arsenal bélico e ogivas nucleares, ou mesmo mandar jovens para linha de frente em guerra civil Iraquiana (onde nunca foram convidados), e ainda com a desculpa que estão fazendo um bem para o mundo.&lt;br /&gt;O Bush doou 350 milhões de dollares (depois de muito criticado por ter doado, a priori, apenas 35 milhões, enquanto que estrelas da música e cinema, desembolsavam o dobro, no mínimo) para os sobreviventes do tsunami na África; gasta 5 bilhões de dollares com o Iraque, matando inocentes, a cada 30 dias. E ainda pede ajuda para reconstruir a cidadezinha deles, por que a "pobre" economia deles, não permite reconstruí-la, sozinha.&lt;br /&gt;O Brasil parou quando o menino João Hélio (curiosamente de classe média) foi também morto barbaramente, dessa vez, por traficantes. As pessoas que choraram e se emocionaram com esse caso, foram as mesmas que aplaudiram de pé o filme Tropa de Elite, e elegeram o Capitão Nascimento, como o mais novo herói do país (e olha que não é fácil se ganhar o título de herói, no páis em que vivemos, quando se tem o Pedro Bial heroizando seus pupilos no BBB). Se a violência fosse a solução para se alcançar a paz mundial, a essa altura do campeonato, Bush e Bin Laden estariam passando férias, juntos, em Dubai (um querendo pagar a conta do outro). Se duvidar, é o que eles estão fazendo; ou vocês até hoje acreditam que o 11 de setembro foi realmente um ataque terrorista, ou que o EUA não estava sabendo de nada?? (alguém sabe me dizer onde foram parar os escombros do avião que supostamente tinha o Pentágono, mas errou??).&lt;br /&gt;Como se não bastasse toda essa hipocrisia que se vê na TV, eu tenho que vê gentinha andando de Ferrari, num bairro dividido entre a nata da "High society" e o mal-cheiro da miséria humana, desfilando com garotas de 14/18 anos (dependendo do dia) enquanto vende carro popular, com peças duvidosas e notas fiscais mais duvidosas ainda, pra pobre pagar em 72 vezes.&lt;br /&gt;P.S: para quem não sabe, eu moro em São Luiz , MA. Estado mais pobre da federação, e onde há o maior índice de analfabetização do Páis.&lt;br /&gt;Engraçado não?? É nessas horas que a gente ri, pra não chorar.&lt;br /&gt;Pois bem, fica aqui a minha mensagem de solidariedade para a família da pequena Isabella, enquanto aguardo ansiosa pela justiça.&lt;br /&gt;Estou de luto, sim; mas não somente por ela, mas pela humanidade em geral. Por que atingir a situação caótica que atingimos, é no mínimo lamentável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-3801140197311334422?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/3801140197311334422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=3801140197311334422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3801140197311334422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3801140197311334422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/04/luto.html' title='LUTO'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-1194388595144046577</id><published>2008-04-03T23:13:00.001-04:00</published><updated>2008-04-04T09:02:36.024-04:00</updated><title type='text'>"O caçador de Pipas"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;" - Você perguntou sobre o pecado e quero lhe dizer o que penso a este respeito...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;[...]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;- Pouco importa o que diga esse mulá; existe apenas um pecado, um só. E esse pecado é roubar. Qualquer outro é simplesmente uma variação do roubo...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;[...]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;- Quando você mata um homem, está roubando uma vida. Está roubando da esposa o direito de ter um marido, roubando dos filhos um pai. Quando mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade. Quando trapaceia, está roubando o direito à justiça".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;(O Caçador de Pipas - Khaled Hosseini)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E olha que a gente ainda passa uns bons anos tentando decorar, interpretar e entender o código penal, quando este se resume em tão pouco...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-1194388595144046577?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/1194388595144046577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=1194388595144046577' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/1194388595144046577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/1194388595144046577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/04/o-caador-de-pipas.html' title='&quot;O caçador de Pipas&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-7488783475351828541</id><published>2008-03-31T15:43:00.000-04:00</published><updated>2008-03-31T15:54:37.358-04:00</updated><title type='text'>Ressocialização... Utopia ou dignidade?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O que tenho a dizer é: em primeiro lugar; sociologicamente falando, a palavra "ressocialização" não existe, o que me faz concordar plenamente com a Guadalupe. Isto pois, nós, seres humanos, estamos em constante socialização. E o que seria isso? Estamos constantemente nos adaptando com o que nós chamamos de sociedade. Tentamos seguir o seu ritmo, acompanhar a moda, assistir aos jornais... enfim, tentamos nos manter da melhor forma possivel, nela. Sendo assim, a partir do momento que uma pessoa tem a sua liberdade privada e passa a viver em um presídio, encarceirado, esta pessoa passa a viver em uma nova sociedade. Ali as regras são outras, a linguagem muda, os hábitos, os costumes, as pessoas etc. Portanto, volto a repetir: este termo "ressocializaçao" é errôneo e inadequado, haja vista que o homem nao retrocede (pelo menos, nao em termos gerais".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Meu segundo comentário é: levando-se em consideraçao que o este termo teria o sentido de reintegração, reeducaçao reintegraçao: eu, pelo pouco que conheço, já li, já vi e estudei sobre o nosso sistema carcerário, sinceramente creio que esta palavra nãoo passa de uma utopia. É impossivel crer que um ser humano pode ser melhor vivendo sob as condições sub-humanas em que são submetidos lá dentro. Como pode um homem, que as vezes, apenas furtou, por necessidade, fome etc; se "arrepender" &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;do que fez, quando este se ve enjaulado em uma cela, ao redor de mais 10 outros homens que tiveram o sangue frio para cometer crimes verdadeiramente bárbaros??Os presídio passam então a ser escolas do crime, uma máquina de se fazer monstros. Pior, sei que nem todos se corrompem, ao passo que tambem sei que os que são corrompidos, nem sempre o são por prazer ou por vontade própria. Da mesma forma em que tentamos nos manter nesta sociedade aqui fora, os que se encontram lá dentro, tambem o tentam. Isso se chama NECESSIDADE. Ou se corrompe, ou morre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sei tambem que isto nao é uma regra geral, mas é um número considerável; e acredito que esta corrupçao que ocorre lá dentro, é justamente pq, grande parte dos detentos nao tiveram a sorte que o marcelo tem, qual seja esta, a de ter uma base familiar sólida. E eu volto mais uma vez a sociologia, que prova que os 3 grandes alicerces de um ser humano sao: a familia, a educaçao e a religiao. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Se sabe que no pais em que vivemos, educaçao só é para todos na teoria; na folha de papel de nossa constituição. Religiao nao se pode impor, vai de cada um.A família passa a ser a viga-mestre de um ser humano. E é aí que está a ponta do iceberg: aquele que nao tem uma familia equilibrada, que nao tem em quem se apoiar, vai ter forças pra lutar lá dentro? Vai ter motivos, razoes, objetivos para se manter vivo e "incorrupto" lá dentro? Creio que nao.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por fim, o ultimo comentario que faço, é a respeito desta reinserçao do ex-presidiario nesta sociedade patriarcal e capitalista. Muito se discute a respeito de como fazer para que o ex-presidiario possa melhorar lá dentro para se tornar apto a voltar aqui pra fora. O que nao se pergunta é: será que as pessoas que estao lá dentro realmente querem voltar pra cá? Pra essa mesma sociedade que os oprime, que os prejudica, que os discrimina? Pois se já nao fosse o bastante ser, na maioria das vezes, negro e pobre; esse ser humano, depois de "liberto, passa a carregar nas costas o estigma de ex-presidiario; e esta é uma marca que tratamento algum pode tirar do corpo deste individuo... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Portanto, o que tem que se pensar não é, somente, o que fazer para que esses presidiarios se arrependam e voltem "sãs", para a nossa sociedade. O que há de se pensar é, o que fazer para evitar que alguem possa ir parar lá. A partir disto é que se pode começar a pensar em um individuo "ressocializado".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Acredito tambem, que os estudos do Direito, mais do que nunca, deveriam se juntar aos estudos da psicologia e da psicanalise humana; pois antes mesmo de julgarmos e condenarmos alguem, é preciso conhecer e entender este alguem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S: Para quem não entendeu nada, entra aí: &lt;a href="http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=88728&amp;amp;tid=2581543995107940347&amp;amp;na=4"&gt;http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=88728&amp;amp;tid=2581543995107940347&amp;amp;na=4&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-7488783475351828541?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/7488783475351828541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=7488783475351828541' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/7488783475351828541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/7488783475351828541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/03/ressocializao-utopia-ou-dignidade.html' title='Ressocialização... Utopia ou dignidade?'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-4833119561792496348</id><published>2008-03-30T20:16:00.000-04:00</published><updated>2008-03-30T21:58:02.528-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Engraçado como são as coisas. Hoje parei para pensar o que quero de minha vida, do meu futuro; cheguei a conclusão que quero tudo e que nada quero, ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;Queria que o dia tivesse 25 horas, pra ver se eu dava conta de fazer tudo que me vem à cabeça. Mera utopia; nos dias de hoje, quanto mais se tem, mais se quer, e portanto, não seria diferente com o tal "tempo". Com certeza, se eu tivesse essa hora a mais no meu dia, eu, ao mesmo tempo, não a teria, por que outras coisas lhes roubaria o lugar: meus livros, , a internet, minha afilhada querida, o sono, a preguiça ou mesmo a inércia.&lt;br /&gt;O fato é que tenho que me decidir, pois o tempo vai passando e as oportunidades não ficam para sempre. Uma boa notícia: parece que começarei a realizar mais um dos meus sonhos de vida; cursar psicologia no próximo semestre. Hoje toque no assunto com os meus pais: minha mãe falou logo: tu vais ficar LOUCA.&lt;br /&gt;Meu pai, apesar de "concordar" com a minha mãe, nesse sentido, assim me disse: "tu és estudante profissional; enquanto eu tiver vida, trabalharei para que tu e teus irmãos fiquem loucos de estudar, comam livros. Não quero que você seja boa, quero que você seja a melhor. Não quero que tu faças teu trabalho bem feito, quero que tu faças "a" diferença. Enquanto eu puder trabalhar, se tu optares por apenas te dedicar aos estudos, pois assim, será".&lt;br /&gt;A partir dessa conversa, milhares de coisas me vieram à cabeça.&lt;br /&gt;Quantas pessoas não tem os pais que eu tenho, que apoiam as minhas loucuras. Há aqueles que têm pais que só apoiam materialmente, outros, moralmente; mas há também aqueles, que igualmente a mim, têm, graças a Deus, os dois; mas diferentemente de mim, não sabem dar valor a isso. E eu vejo isso nos meus próprios irmãos.&lt;br /&gt;Todos eles, ou praticamente todos eles, tiveram a oportunidade de estudar que eu tive. Meu pai, como ele mesmo gosta de dizer, brincou de "jogar dinheiro fora", ao pagar as melhores faculdades, dos melhores cursos para os meus irmãos, que simplesmente não deram valor. Por quê?? Só eles, e Deus sabem.&lt;br /&gt;E é nessas horas que eu começo a achar graça das pessoas e do mundo.&lt;br /&gt;Cansei de ver nos noticiários que o mercado de trabalho (em especial o do direito) está saturado, que não sei quantos mil se formam bacharel neste curso, e que acabam desempregados, mas com o diploma pregado na parede.&lt;br /&gt;Pois bem, eu compactuo da idéia do grande civilista Venosa, que em uma palestra que tive o prazer de assistir, disse que o Direito é um Dom. Não é pra qualquer um.&lt;br /&gt;Bem, eu vou mais além; não somente a área do direito é um dom. Tudo aquilo que se faz em vida é um dom. Cada um com os seus.&lt;br /&gt;Para mim, o motivo da saturação do mercado de trabalho jurídico, não é a grande quantidade de bacharéis que se formam (com ou sem qualidade) e são cuspidos na sociedade, mas sim, a incapacidade, a incompetência, a não persistência e a falta de fé de quem acredita no que faz. Isso sim explica! Por que em um ramo, em que milhões de portas encontram-se fechadas, porém destravadas, as pessoas não querem ter o trabalho de girar a maçaneta e atravessar essa porta. Para alguns, essa porta se transforma em um muro de Berlim, e isso, para mim, é um absurdo; é inaceitável. O fato é que ser bacharel em direito, nos dias de hoje, significa para a maioria, decorar códigos e vez ou outra ler uma doutrina ou jurisprudência, para no final, tentar a "sorte" na prova da OAB. Bem, para esses que entram no curso de Direito com esse pensamento, com essa intenção, tudo que eu posso dizer é que as portas não só estarão fechadas, como também trancadas e com cadeado passado.&lt;br /&gt;E é incrível como as pessoas sempre querem muito, mas se contentam com pouco, por pura preguiça de sonhar.&lt;br /&gt;Portanto, depois de muito refletir, cheguei a uma conclusão: reunirei todos os meus esforços para realizar o sonho de meus pais; o de ficar "LOUCA"; o de ser "A" melhor e de fazer "A" diferença, nem que para isso eu tenha que dobrar o números de livros a serem lidos, com as mesmas 24 hs que eu continuo e continuarei tendo. Cursarei a minha tão sonhada psicologia, abrirei mão de festas, de noites de sono, e infelizmente, até mesmo, da adorável companhia de meus familiares e amigos; pessoas que me dão força para seguir em frente na minha loucura.&lt;br /&gt;Para tanto, tenho que agradecer à Deus não só pelos pais que tenho, e que me dão essas oportunidades, mas às pessoas que Ele tem colocado na minha vida, e que têm sido meus grandes exemplos de vida. Talvez eles nem saibam o quanto os venero, mas se um dia eles chegarem a ler isso aqui, no fundo, no fundo saberão quem são.&lt;br /&gt;Portanto, àqueles que têm feito de minhas loucuras, uma realidade; meus sinceros agradecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-4833119561792496348?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/4833119561792496348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=4833119561792496348' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/4833119561792496348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/4833119561792496348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/03/engraado-como-so-as-coisas.html' title=''/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-2477211201805871942</id><published>2008-03-29T21:11:00.001-04:00</published><updated>2008-03-29T21:16:44.464-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>E ela já não sabia mais quem era.&lt;br /&gt;Jogada, ali, entre quatro paredes, chorava lágrimas de um cão sem dono em busca de abrigo. Procurava um apoio, uma parede que fosse, ao menos para que pudesse se encostar.&lt;br /&gt;De nada adiantaria. O tempo deixava marcas em seu coração dilacerado que sangrava como um feto abortado de uma mão que não lhe queria.&lt;br /&gt;Mas ela não desistiu; foi em frente. E no meio do caminho se perdeu em seu próprio sonho. Sonhava acordada consigo mesma e com a ilusão de um dia ser feliz.&lt;br /&gt;Viajou os quatro cantos do mundo. Perseguiu seus medos, por medo que estes a perseguissem...&lt;br /&gt;Parou várias vezes no meio do caminho para respirar, mas até o ar lhe custava caro; e ela não tinha como pagar.&lt;br /&gt;Quis trabalho; ninguém lhe deu. E como se não bastasse, ninguém também lhe deu carinho e um quarto para dormir.&lt;br /&gt;De volta aos quatro cantos da mesma parede, ela se deu conta  que voltava ao mesmo lugar; de onde nunca deveria ter saído.&lt;br /&gt;Era hora de acordar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-2477211201805871942?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/2477211201805871942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=2477211201805871942' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/2477211201805871942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/2477211201805871942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/03/e-ela-j-no-sabia-mais-quem-era.html' title=''/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-8560344387275207341</id><published>2008-03-26T00:06:00.000-04:00</published><updated>2008-03-26T00:10:11.558-04:00</updated><title type='text'>"Versos íntimos"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Toma um fósforo. Acende teu cigarro!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;O beijo, amigo, é a véspera do escarro,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;A mão que te afaga é a mesma que te apedreja.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Se a alguém causa inda pena a tua chaga,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Apedreja essa mão vil que te afaga,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Escarra nessa boca que te beija"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;(Augusto dos Anjos)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para bom entendedor, meia palavra basta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Puta demais para conseguir pensar e escrever algo concatenado aqui)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Alanna Sousa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-8560344387275207341?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/8560344387275207341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=8560344387275207341' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/8560344387275207341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/8560344387275207341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/03/versos-ntimos.html' title='&quot;Versos íntimos&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-6697508426922682259</id><published>2008-03-16T11:36:00.000-04:00</published><updated>2008-03-16T11:50:40.152-04:00</updated><title type='text'>"EU RIO DA CARA DO PERIGO"</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E eu, que um dia temi à bichos-papões e à todas essas criaturas imagináveis, porém, inexistentes; hoje temo à vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Sim, à vida. A vida e a forma como se vive.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Já não me rendo mais à violência que se vê estampada nas capas de revistas e manchetes de jornais. Tampouco temo a morte; estas nos são inevitáveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Pergunto-me então: que devo eu temer, diante de tudo isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Temo a vida sem limites, o amor sem ilusão; temo a solidão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Temo ao meu próximo, o meu semelhante, àquele que nos tira a vida sem pestanejar, sem chance para qualquer tipo de suplício. Temo-o não por que ele pode me levar de encontro com essa tal "morte", mas porque ele me pode tirar a vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Para quem não sabe viver, a linha que separa um termo do outro pode parecer tênue, quem sabe, até mesmo inexistente. Mas para mim, que vivo de sonhos e me alimentos dessas ilusões, a diferença me é tão notável, que chega a encomodar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Mais do que temer aos homens, temo à mim mesma; pois ainda que o homem não seja o lobo do homem - como outrora dissera Hobbes -, sei também que cordeiro ele não o é. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;E por temer tudo isso é que vivo assim: enfrentando meus temores, superando obstáculos e desafiando a mim mesma, sempre que possível; pois que perigoso mesmo é viver. E eu?!?... eu "rio da cara do perigo".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Alanna Sousa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-6697508426922682259?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/6697508426922682259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=6697508426922682259' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/6697508426922682259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/6697508426922682259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/03/eu-rio-da-cara-do-perigo.html' title='&quot;EU RIO DA CARA DO PERIGO&quot;'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7261531371755371218.post-3074161954879001205</id><published>2008-03-15T18:24:00.000-04:00</published><updated>2008-03-15T14:29:08.807-04:00</updated><title type='text'>Ladies and gentlemen, welcome to my mind!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Invejo - mas não sei se invejo - aqueles de quem se pode escrever uma biografia, ou que podem escrever a própria. Nestas impressões sem nexo, nem desejo de nexo, narro indiferentemente a minha autobiografia sem factos, a minha história sem vida. São as minhas Confissões, e, se nelas nada digo, é que nada tenho que dizer". (Fernando Pessoa)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não, eu não pretendo fazer disso aqui um diário contando todos os pormenores da minha vida, tão pouco pretendo que as minhas idéias e pensamentos sejam considerados uma verdade absoluta. Mas ainda que nada disso seja, é, sem sombra de dúvidas a minha vida e as minhas verdades. Acredite se quiser. Entre, sente-se, leia, divirta-se e se possível, comente. Não que o seu comentário vá fazer (diretamente) muita diferença no meu modo de ver e pensar a realidade que vivo (que não necessariamente é a mesma de você), mas deve servir para alguma coisa. Além disso, críticas, sejam elas construtivas ou não (se é que isso é possível), serve para perceber quão diferente são as pessoas, e portanto, o seu modo de pensar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Também não quero fazer disso aqui uma biografia, pois ninguém está apto a fazê-la. Ninguém pode saber tanto sobre a vida de alguém a ponto de resumí-la em páginas frágeis de papel que sucumbirão ao tempo, &lt;strong&gt;ninguém&lt;/strong&gt;, nem mesmo eu seria capaz de escrever sobre mim mesma. Ninguém se conhece tão bem a ponto de se descrever em uma autobigrafia. E isso é fácil de se comprovar, basta ficar diante de uma situação inusitada para percebemos que jamais se pensava em reagir daquela maneira. Portanto, como disse antes, entre e sinta-se a vontade. A casa é sua, mas a vida é minha, sendo assim, começo hoje a narrar minhas impressões com ou sem nexo. E ainda que nada disso faça sentido para mim ou para vocês, "são as minhas confissões, e, se nelas nada digo, é que nada tenho que dizer".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7261531371755371218-3074161954879001205?l=alannacoolerman.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/feeds/3074161954879001205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7261531371755371218&amp;postID=3074161954879001205' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3074161954879001205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7261531371755371218/posts/default/3074161954879001205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alannacoolerman.blogspot.com/2008/03/ladies-and-gentlemen-welcome-to-my-mind.html' title='Ladies and gentlemen, welcome to my mind!'/><author><name>Alanna Coolerman</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06572205901137689182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_yCLaSLwGqi0/TAXYlyQE8JI/AAAAAAAAAB4/Y7-cZqyYEW0/S220/le.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
